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Viva o Campus - Magical Mystery

A última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Viva o Campus - Magical Mystery

A última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira

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A última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira

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A última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira

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A última apresentação foi o espetáculo "Dançando na noite: um casal e a pandemia", dos músicos Daiane Diniz e Rodrigo Cunha trouxe ao público algumas músicas compostas pelos artistas ao longo da quarentena. A ação faz parte dos esforços da UFSM para promover atividades culturais no município e auxiliar os profissionais das artes durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19, além de celebrar os 60 anos da instituição. Ao todo, foram selecionadas 10 ações culturais de grupos artísticos de Santa Maria (RS), que realizaram apresentações de teatro, dança e música ao longo de julho, agosto e setembro de 2020. As ações performativas foram desenvolvidas no palco do Centro de Convenções da UFSM sem a presença do público, apenas com os artistas e a equipe de apoio para a transmissão ao vivo, com os devidos equipamentos de proteção. A realização do projeto conta com apoio da TV Campus UFSM, do Centro de Processamento de Dados (CPD) e do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE). Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira

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Viva o Campus - Magical Mystery

O Viva o Campus é uma ação da Pró-Reitoria de Extensão e do Gabinete do Reitor que elabora estratégias de abertura do campus nos finais de semana com atividades diversas, construindo uma universidade cidadã, promotora de sociabilidades. Foi um domingo de muita música para lembrar os The Beatles e seu famoso projeto de 1967, o “The magical mistery tour”, que tornou-se álbum e filme. A banda MagicalMistery é de Santa Maria e teve sua origem no segundo semestre de 2011. O projeto artístico da banda visa homenagear os The Beatles, apresentando para o seu público um espetáculo divertido e bem elaborado musicalmente, firmando-se assim como uma banda referência por sua disciplina, talento e respeito à música de qualidade. Fotografia de André Borba e Franciele Oliveira.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Samba Campus

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Viva o Campus - Samba Campus

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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