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Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Visita a agricultor participante da Polifeira

Fotografia de Mariana Flores.
A Polifeira do Agricultor será realizada regularmente no Campus da UFSM, em frente ao Planetário, todas as segundas e quintas-feiras à tarde, a partir das 15h30min. De acordo com os coordenadores do projeto, o técnico administrativo Eduardo Luft e o professor Gustavo Pinto da Silva, o objetivo é que a feira trabalhe a partir da realidade do setor agropecuário de Santa Maria, caracterizado por agricultores convencionais, orientando-os para uma produção mais orgânica, por meio da substituição gradativa dos insumos tradicionais por produtos biológicos ou de “carência zero”, ou seja, com menores índices de aditivos químicos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

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O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

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Projeto UMAbike

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
O Projeto UMAbike foi apresentado a comunidade acadêmica no dia 10 de maio e entrou em funcionamento em caráter experimental, visando melhorar a mobilidade interna no campus. No total, 50 bicicletas foram disponibilizadas aos diretores, que, a partir de agora, poderão solicitar as bikes para suas unidades. Parte de uma iniciativa ampliada, o projeto Universidade Meio Ambiente (UMA), as bicicletas foram batizadas de UMAbike. A campanha de divulgação, criada pela Facos Agência, buscou associar os conceitos de sustentabilidade à experiência de pedalar pelo campus, adotando como mote o slogan “o melhor é o trajeto”.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

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Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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Processo de incubação de empreendimentos sociais

Fotografia de Mirian Redin de Quadros.
Dia 8 de agosto de 2017 iniciou o processo de incubação dos 10 grupos selecionados pela Incubadora Social da UFSM, órgão de apoio vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Foram selecionados: na área agroecológica, o Grupo de Agricultores Orgânicos da Região Central do RS, a Associação Comunitária Remanescentes Quilombolas de Júlio Borges e a Associação Quilombola Linha Fão; na área da alimentação, as Marias Bonitas Fazendo História; na construção civil, o grupo Nível 8 – Mulheres na Construção Civil; na produção artística e cultural, Ará Dudu – Coletivo de Arte e Cultura Negra, Corap – Coletivo de Resistência Artística Periférica e a Comunidade de Terreiro Ilê Axé Ossanha Agué; na produção de artesanato, Ketaju Tegtu & Guaviraty Porã – grupo das aldeias Kaingang e Guarani Mbya de Santa Maria; e no ramo da coleta e reciclagem de materiais, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Palmeira Verde.

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He For She na UFSM

Fotografia de Mariana Flores.
Roda de conversa proposta pelo Comitê Gaúcho Impulsionador do Movimento #ElesporElas, marcando o lançamento do projeto em Santa Maria. O debate, realizado no Salão Imembuí da Administração Central, fez parte da gravação do programa Papo Reto, da TV Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Na ocasião foram debatidas questões de gênero, políticas institucionais para proteção das mulheres da universidade, a participação dos homens na luta contra o machismo, além do debate a respeito das ações que o Comitê irá desenvolver na UFSM.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

He For She na UFSM

Fotografia de Mariana Flores.
Roda de conversa proposta pelo Comitê Gaúcho Impulsionador do Movimento #ElesporElas, marcando o lançamento do projeto em Santa Maria. O debate, realizado no Salão Imembuí da Administração Central, fez parte da gravação do programa Papo Reto, da TV Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Na ocasião foram debatidas questões de gênero, políticas institucionais para proteção das mulheres da universidade, a participação dos homens na luta contra o machismo, além do debate a respeito das ações que o Comitê irá desenvolver na UFSM.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

He For She na UFSM

Fotografia de Mariana Flores.
Roda de conversa proposta pelo Comitê Gaúcho Impulsionador do Movimento #ElesporElas, marcando o lançamento do projeto em Santa Maria. O debate, realizado no Salão Imembuí da Administração Central, fez parte da gravação do programa Papo Reto, da TV Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Na ocasião foram debatidas questões de gênero, políticas institucionais para proteção das mulheres da universidade, a participação dos homens na luta contra o machismo, além do debate a respeito das ações que o Comitê irá desenvolver na UFSM.

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Projeto de Centros Vocacionais de Tecnologia

Fotografia de Danusa Frazzon da Cunha.
O projeto de construção de um polo de formação técnico e profissional é uma parceria entre o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e o Colégio Politécnico. Os destinos dos centros são: um foi instalado na Região Oeste de Santa Maria, no Tecnoparque, e outro na Quarta Colônia, em Silveira Martins. Os Centros Vocacionais de Tecnologia (CVTs) foram planejados visando à parceria entre os dois colégios. Tanto o Politécnico quanto o CTISM atuam nos dois locais de instalação. Cada um trabalha com a área de maior afinidade, sendo o primeiro mais voltado a cursos da área da saúde e o segundo prioriza a parte industrial. A administração do centro também é compartilhada. O projeto foi um dos poucos a ser aprovado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no país, nesta demanda.

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