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Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Espaço Nise da Silveira e Associação de Familiares e Amigos dos Bipolares

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
O Espaço Nise da Silveira & Associação de Familiares, Amigos e Bipolares (AFAB) é um Programa de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que há 25 anos proporciona atenção psicossocial à população. A iniciativa está entre as dez ações contempladas com uma sala no Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria. O Espaço busca gerar acolhimento, educação em saúde mental e prevenção de doenças, por meio de atividades que visam a troca de experiências, a psicoeducação e o suporte mútuo entre os associados. O público corresponde a adultos com algum tipo de demanda psíquica, residentes em qualquer região, ao passo que os encontros acontecem em modalidade presencial, híbrida e remota. Dentre as atividades do programa, estão: Grupos Terapêuticos; Projeto Comunidade de Fala; CineMental; Projeto de Extensão Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio; Ponto de Leitura Sérgio Walter; Congressos; Fórum Permanente de Saúde Mental da Região Central; Oficina de Karaokê; Visitas Guiadas; Grupo de Testemunhos; Grupo Redes de Afetos; Participação ativa no Grupo de Trabalho Integrado de Enfrentamento às Violências; Criação e Manutenção de um Canal no Youtube; Projeto Re/conhecendo Práticas em Saúde Mental; e Rodas de Conversa.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Exposição Trajetória da Arqueologia no LASCA

Fotógrafo não identificado.
Solenidade de inauguração da exposição sobre a trajetória da arqueologia no Rio Grande do Sul promovida pelo Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA). A solenidade contou com a presença do Reitor Luciano Schuch, da vice-reitora Martha Bohrer Adaime, do Pró-Reitor de Extensão Flavi Ferreira Lisboa Filho, da Coordenadora de Cultura e Arte Vera Lúcia Portinho Vianna, da Chefe da Divisão de Museus Jaqueline do Carmo Trentim Machado, do Coordenador do Lasca André Luís Ramos Soares e do Museólogo Bernardo Duque de Paula. A mostra esteve disponível no Acervo Artístico da UFSM, junto ao prédio da Biblioteca Central. Foi possível conferir artefatos arqueológicos do Laboratório, relacionados aos povos que passaram pelo território do Rio Grande do Sul.

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Exposição Trajetória da Arqueologia no LASCA

Fotógrafo não identificado.
Solenidade de inauguração da exposição sobre a trajetória da arqueologia no Rio Grande do Sul promovida pelo Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA). A solenidade contou com a presença do Reitor Luciano Schuch, da vice-reitora Martha Bohrer Adaime, do Pró-Reitor de Extensão Flavi Ferreira Lisboa Filho, da Coordenadora de Cultura e Arte Vera Lúcia Portinho Vianna, da Chefe da Divisão de Museus Jaqueline do Carmo Trentim Machado, do Coordenador do Lasca André Luís Ramos Soares e do Museólogo Bernardo Duque de Paula. A mostra esteve disponível no Acervo Artístico da UFSM, junto ao prédio da Biblioteca Central. Foi possível conferir artefatos arqueológicos do Laboratório, relacionados aos povos que passaram pelo território do Rio Grande do Sul.

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Exposição Trajetória da Arqueologia no LASCA

Fotógrafo não identificado.
Solenidade de inauguração da exposição sobre a trajetória da arqueologia no Rio Grande do Sul promovida pelo Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA). A solenidade contou com a presença do Reitor Luciano Schuch, da vice-reitora Martha Bohrer Adaime, do Pró-Reitor de Extensão Flavi Ferreira Lisboa Filho, da Coordenadora de Cultura e Arte Vera Lúcia Portinho Vianna, da Chefe da Divisão de Museus Jaqueline do Carmo Trentim Machado, do Coordenador do Lasca André Luís Ramos Soares e do Museólogo Bernardo Duque de Paula. A mostra esteve disponível no Acervo Artístico da UFSM, junto ao prédio da Biblioteca Central. Foi possível conferir artefatos arqueológicos do Laboratório, relacionados aos povos que passaram pelo território do Rio Grande do Sul.

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Exposição Trajetória da Arqueologia no LASCA

Fotógrafo não identificado.
Solenidade de inauguração da exposição sobre a trajetória da arqueologia no Rio Grande do Sul promovida pelo Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA). A solenidade contou com a presença do Reitor Luciano Schuch, da vice-reitora Martha Bohrer Adaime, do Pró-Reitor de Extensão Flavi Ferreira Lisboa Filho, da Coordenadora de Cultura e Arte Vera Lúcia Portinho Vianna, da Chefe da Divisão de Museus Jaqueline do Carmo Trentim Machado, do Coordenador do Lasca André Luís Ramos Soares e do Museólogo Bernardo Duque de Paula. A mostra esteve disponível no Acervo Artístico da UFSM, junto ao prédio da Biblioteca Central. Foi possível conferir artefatos arqueológicos do Laboratório, relacionados aos povos que passaram pelo território do Rio Grande do Sul.

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Sala do Projeto Pilão: Presença Negra no Campo

Fotografia de Anna Júlia da Silva.
A sala 505 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria, foi ocupada pelo “Projeto Pilão: Presença Negra no Campo”, o qual promove atividades de incentivo à inclusão social e cultural de comunidades quilombolas residentes na região central do Rio Grande do Sul. Há 17 anos o projeto atua nas comunidades negras rurais e urbanas, compreendendo os quilombos de Arnesto Penna Carneiro – Palma, do 8º Distrito de Santa Maria (RS); Cerro do Louro, Estância do Meio e Timbaúva, em Formigueiro (RS); e Barro Vermelho, Passo da Serraria, Silêncio e Rincão dos Martimianos, em Restinga Sêca (RS). A iniciativa prioriza a manutenção e a implementação de políticas públicas destinadas à quilombolas.

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Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Solenidade de Inauguração do Espaço Esperançando

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
No dia 24 de junho, o projeto de extensão Esperançando, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos UFSM, inaugurou o ambiente localizado na sala 503 do Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro da cidade. Estiveram presentes jovens atendidos, participantes da equipe e demais simpatizantes. O evento foi marcado por uma recepção com a temática Festa Junina, seguida dos discursos das principais representantes e do corte simbólico da fita de inauguração pelos adolescentes atendidos, além de contar com uma homenagem à coordenadora do projeto. Em março de 2021, o Esperançando foi uma das dez ações contempladas com uma sala no prédio da Antiga Reitoria, o que significou uma grande conquista para o projeto. Contudo, devido às orientações de segurança relativas à pandemia de Covid-19, a inauguração do espaço precisou ser adiada. Elise Fernanda Melchior, estudante de Relações Públicas, foi a mestre de cerimônia do evento. Também participaram da cerimônia a Prof.ª Vera Lucia Vianna, Pró-Reitora Adjunta de Extensão, as professoras Luciana Traverso, Jane Schumacher e Cristina Gomes e a psicóloga Karine Pacheco, participantes do projeto. A cerimônia contou com um resgate da história e dos objetivos do projeto pela coordenadora Alice Lameira Farias (CCSH/UFSM). A iniciativa surgiu como uma proposta para atender adolescentes que estão saindo do acolhimento institucional em razão da maioridade. Desde o seu início, o Esperançando já atendeu mais de 50 adolescentes e, atualmente, conta com 17 jovens atendidos por pelo menos uma das frentes do projeto. Até o momento, 27 pessoas integram a equipe, sendo oito servidoras da UFSM, oito profissionais liberais e 11 estudantes universitários de diversos cursos, como Serviço Social, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Produção Editorial, Letras, Ciências Sociais, Pedagogia, Psicologia e Terapia Ocupacional.

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Sala Inovadora da PRE

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
A Sala Inovadora é uma iniciativa presente no Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria, que tem como objetivo oferecer a todos os cursos da UFSM um ambiente que fuja da lógica organizacional da sala de aula tradicional. O local multiuso é destinado a docentes e técnico-administrativos em educação (TAE) que buscam promover atividades diversificadas. A sala tem capacidade para 50 pessoas e disponibiliza acesso à internet wi-fi e equipamentos multimídia. Sua mobília pode ser reorganizada conforme as necessidades do uso. Dentre os móveis, incluem-se projetor multimídia e tela retrátil, televisor LED, dois aparelhos de ar-condicionado, nove mesas basculantes, 36 cadeiras empilháveis, cinco pufes e 10 almofadas. O local está disponível e pode ser solicitado por meio do Portal do Agendamento UFSM.

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Sala Inovadora da PRE

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
A Sala Inovadora é uma iniciativa presente no Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria, que tem como objetivo oferecer a todos os cursos da UFSM um ambiente que fuja da lógica organizacional da sala de aula tradicional. O local multiuso é destinado a docentes e técnico-administrativos em educação (TAE) que buscam promover atividades diversificadas. A sala tem capacidade para 50 pessoas e disponibiliza acesso à internet wi-fi e equipamentos multimídia. Sua mobília pode ser reorganizada conforme as necessidades do uso. Dentre os móveis, incluem-se projetor multimídia e tela retrátil, televisor LED, dois aparelhos de ar-condicionado, nove mesas basculantes, 36 cadeiras empilháveis, cinco pufes e 10 almofadas. O local está disponível e pode ser solicitado por meio do Portal do Agendamento UFSM.

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Sala Inovadora da PRE

Fotografia por Anna Júlia da Silva.
A Sala Inovadora é uma iniciativa presente no Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras (Antiga Reitoria), no centro de Santa Maria, que tem como objetivo oferecer a todos os cursos da UFSM um ambiente que fuja da lógica organizacional da sala de aula tradicional. O local multiuso é destinado a docentes e técnico-administrativos em educação (TAE) que buscam promover atividades diversificadas. A sala tem capacidade para 50 pessoas e disponibiliza acesso à internet wi-fi e equipamentos multimídia. Sua mobília pode ser reorganizada conforme as necessidades do uso. Dentre os móveis, incluem-se projetor multimídia e tela retrátil, televisor LED, dois aparelhos de ar-condicionado, nove mesas basculantes, 36 cadeiras empilháveis, cinco pufes e 10 almofadas. O local está disponível e pode ser solicitado por meio do Portal do Agendamento UFSM.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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Apresentação da Casa Verônica do Observatório de Direitos Humanos

Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

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Fotografia por Victor de Carli Lopes.
O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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O Observatório de Direitos Humanos (ODH) PRE/UFSM apresentou no dia 27 de junho o espaço multiprofissional Casa Verônica, com a presença da Deputada Federal Fernanda Melchionna e Silva. O espaço terá o objetivo de efetivar ações da Política de Igualdade de Gênero da Universidade, como o atendimento a vítimas de violência de gênero e homenageia a ativista Verônica Oliveira, conhecida como Mãe Loira pelas comunidades trans e LGBT de Santa Maria. Verônica foi assassinada a facadas em dezembro de 2019. O espaço que leva o nome dela está sendo instalado na sala 204, aos fundos da Biblioteca Central da UFSM. Integrante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, a servidora Bruna L. Denkin foi designada para administrar a Casa Verônica. Entre as ações pensadas para efetivação da Política de Igualdade de Gênero estão a criação do comitê de igualdade de gênero, com o objetivo de pensar, planejar e propor ações, e um espaço multiprofissional, que viria a ser a Casa Verônica. Devido a uma emenda parlamentar de autoria da deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), a instituição obteve recursos para contratar, por ao menos dois anos, três profissionais das áreas de Psicologia, Assistência Social e Direito para atuação na Casa Verônica.

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