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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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Mesa Redonda: Políticas Públicas e Direitos da Mulher

Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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Mesa Redonda: Políticas Públicas e Direitos da Mulher

Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo.
(I Jornada de Luta das Mulheres. Disponível em https://www.facebook.com/IjornadadeLutasdasMulheres/posts/841546115860283. Acesso em 13/07/2017).

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo.
(I Jornada de Luta das Mulheres. Disponível em https://www.facebook.com/IjornadadeLutasdasMulheres/posts/841546115860283. Acesso em 13/07/2017).

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Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo.
(I Jornada de Luta das Mulheres. Disponível em https://www.facebook.com/IjornadadeLutasdasMulheres/posts/841546115860283. Acesso em 13/07/2017).

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