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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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11º Estágio Interdisciplinar de Vivência (EIV)

O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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O 11º Estágio Interdisciplinar de Vivência aconteceu de 17 de fevereiro a 05 de março de 2014, apoiado pela Pró-Reitoria de Extensão e teve como tema "Conhecendo a Realidade do Campo do Rio Grande do Sul". O estágio foi criado no final da década de 80, por estudantes de Agronomia organizados na Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), e teve sua primeira edição no município de Dourados-MS. O EIV é construído em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, o MST, e tem como um dos seus principais objetivos, mostrar aos estudantes a realidade agrária do Brasil e propor um método diferenciado de ensino-aprendizagem, tendo como princípios, a interdisciplinaridade (estudantes de vários cursos e diferentes áreas do conhecimento participando), a formação humanística (voltada para a sociedade, e construindo novos valores e relações sociais), o princípio da não-intervenção (durante o período de vivências, os estudantes não intervém na realidade dos assentamentos, apenas vivenciam a rotina das famílias e participam dela, trazendo para a universidade suas reflexões enquanto futuros profissionais). O EIV é composto de 3 fases: a primeira, com uma semana de estudos voltados para o entendimento da realidade agrária, seguido da segunda fase, que é o período de vivências, onde os estudantes são distribuídos em diversos assentamentos da reforma agrária do estado do Rio Grande do Sul, e por fim, a socialização das vivências e fechamento dos estudos na terceira fase. Esta edição do estágio de vivência ocorreu no assentamento da invernadinha em Júlio de Castilhos.

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Mesa Redonda: Políticas Públicas e Direitos da Mulher

Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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Mesa Redonda: Políticas Públicas e Direitos da Mulher

Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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Mesa Redonda: Políticas Públicas e Direitos da Mulher

Fotografia de Diana Sampaio.
A Pró-Reitoria de Extensão Profª. Teresinha Heck Weiller foi mediadora da mesa redonda, com as seguintes palestrantes: Débora Aparecida Dias, delegada de Polícia, titular da Delegacia da Mulher de Santa Maria; Luciana Rambo, advogada e Maria Celeste Landerdahl, professora da UFSM, líder do Núcleo de Estudos sobre Mulheres, Gênero e Políticas Públicas (NEMGeP). A mesa integrou a programação do Dia Internacional da Mulher promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep).

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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1ª Jornada de Lutas das Mulheres

O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de março de 2014.
O Centro de Educação promoveu exibição de filmes e debates sobre o tema Homens e Mulheres: entre as Relações de Poder e o Poder das Relações.

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6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU)

O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação.

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6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU)

O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação.

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6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU)

O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação. (PRE UFSM e alunos da universidade marcam presença no 6º CBEU.

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6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU)

O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação. (PRE UFSM e alunos da universidade marcam presença no 6º CBEU.

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O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação. (PRE UFSM e alunos da universidade marcam presença no 6º CBEU.

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O 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias e Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares. A relevância do evento consiste no debate acerca dos desafios da extensão universitária no Brasil, tematizando a amplitude alcançada por esta, ao plasmar o diálogo entre o saber acadêmico e o saber popular, propiciando uma rica síntese da abordagem dos problemas da realidade brasileira tanto quanto da implementação das políticas públicas até as práticas de inovação.
A temática escolhida para o 6º CBEU “Diálogos da Extensão: saberes tradicionais e inovação científica” aponta para a importância de reconhecer a existência de diferentes conhecimentos, sob a perspectiva da ciência e do senso comum. Para que, de fato, os trabalhos de extensão se constituam como respostas cada vez mais dinâmicas e propositivas, é necessário um diálogo entre os protagonistas desses conhecimentos. A Participação da UFSM: Nossa instituição teve trabalhos selecionados em todas as áreas. No total, 21 trabalhos foram escolhidos para Apresentações Orais (tendo especial destaque a área de educação com 8 trabalhos selecionados), 2 trabalhos para Rodas de Conversa e 1 trabalho na categoria Oficina. Em Belém, UFSM foi representada por alunos, professores e técnicos administrativos em educação. (PRE UFSM e alunos da universidade marcam presença no 6º CBEU.

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Encontro das Incubadoras Sociais da Região Sul

O evento faz parte do Encontro das Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares da Região Sul e da programação da 21ª Feira Latino-Americana de Economia solidária (Feicoop), que acontece até domingo no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, em Santa Maria. Durante a reunião, foram discutidos temas relevantes para a Rede de Incubadoras Sociais dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, suas principais ações e demandas. Fizeram parte da mesa oficial o coordenador da Rede das Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares da Região Sul, Renato Dalla Veshia, a administradora da Incubadora Social da UFSM, Shirlei Stock Ramos, e a representante da Incubadora Social da Unochapecó, Ana Paula Risson.

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6º Fórum Internacional de Pedagogia

Fotografia de Camila Aguiar.
O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Terá a participação de graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos.

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Fotografia de Camila Aguiar.
O 6º Fórum Internacional de Pedagogia (Fiped) aconteceu de 30 de Julho a 1º de agosto no campus da Universidade Federal de Santa Maria e teve como tema central A Pesquisa como Prática Pedagógica na Formação Inicial do Pedagogo. O evento tem como missão ser um espaço de promoção e fortalecimento da pesquisa na graduação, possibilitando a divulgação de trabalhos de pesquisas produzidos por alunos de graduação em Pedagogia e áreas afins, de reflexão sobre política para a pesquisa, de divulgação e discussão de experiências de pesquisas realizadas em articulação com o ensino e com a extensão na graduação, em quaisquer disciplinas. Terá a participação de graduandos, graduados e profissionais de universidades do Brasil, Portugal, Moçambique, México, Honduras e Costa Rica, além de países vizinhos.

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