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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (Brasil)

Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Viva Bem

Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Beatles In Concert

Fotografia de Ronald Mendes.
O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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Beatles In Concert

Fotografia de Ronald Mendes.
O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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O Concerto Beatles In Concert foi realizado no Centro de Convenções da UFSM, no sábado (13), Dia Mundial do Rock, e teve uma sessão extra no domingo (14). O evento reuniu música erudita e popular em uma viagem pelo repertório do quarteto de Liverpool, juntamente com a banda Magical Mystery, que realiza tributos aos Beatles desde 2014. O projeto foi realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Associação Cultural Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Pró-Reitoria de Extensão e UFSM sob regência de João Batista Sartor e Diego Ramires.

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Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e ao Gabinete do Reitor da UFSM, o Programa Viva o Campus tem o objetivo de oferecer nos finais de semana ações para a comunidade regional no campus. Na edição intitulada "Viva Bem: Viva o Campus" o público teve a oportunidade de participar de atividades relaxantes, rodas de conversas sobre alimentação, caminhadas, meditação, além de apresentações de dança circular. Fotógrafo não identificado.

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Viva o Campus - Samba Campus

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Viva o Campus - Samba Campus

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Viva o Campus - Samba Campus

Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, do Gabinete do Reitor e, nessa edição, com a parceria do NTE UFSM-UAB o Viva o Campus contou também com a co-organização de Vilnes Gonçalves Flores Júnior (Nei D’Ogum), militante do movimento negro e membro da Comunidade de Terreiro Ilê Axé OssanhaAgué e demais coletivos e grupos que construíram a Muamba em Santa Maria. Como bem diz a letra, o povo não deixou o samba morrer, muito menos acabar! Com ou sem chuva saiu a primeira edição do Viva Campus de 2015, intitulada "Samba Campus: Contra o racismo, o machismo, homofobia e intolerância religiosa". A edição contou com a presença de oficinas e intervenções artísticas do dançarino Manoel Luthiery, do estudante Lucas Santiago (Conexão África) e apresentações da Escola de Samba Arco Íris, com sua bateria, coordenada pelo mestre Tantão, harmonia e porta estandarte, além de shows da banda SR37 com participações de Deni Ladi (Educador em redução de danos e Produtor cultural), Gabit box e Divulga Samba. No espaço também foram realizadas falas acerca do combate ao machismo, racismo, homofobia e intolerância religiosa, como as realizadas por Nei D'Ogum, Angela Souza (Marias Bonitas), Luiz Coletto (Coletivo Voe) e Teresinha Heck Weiller (Pró-Reitora de Extensão). Coletivos recentes foram apresentados também no Samba Campus, como o Conexão África, que visa trabalhar com a estética e valorização da cultura negra, apresentado por Lucas Santiago e o Coletivo de Artistas e Produtores de Cultura Negra: Ará Dudu ou "Corpo Negro", que foi fundado no dia 21 de março, dia internacional de luta contra a discriminação racial, apresentado por Marta Nunes. Fotografia de Jaciele Carine.

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Fotografia de Jaciele Carine Sell.
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