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Pró-Reitoria de Extensão (PRE)
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Oficina de Fotografia - Cinest

[…] Reverter esse quadro é a razão de existir da Piazito Arte e Cultura, uma instituição sem fins lucrativos de Santa Maria que se une às escolas na intenção de promover o interesse dos estudantes pelo cinema. E, para que essa promoção não ficasse restrita ao âmbito municipal, em 2012, o grupo criou o Festival Internacional de Cinema Estudantil (Cinest) – um evento que incentiva, divulga e premia curtas-metragens produzidos em âmbito escolar. […] Além disso, a programação do Cinest contempla temas pertinentes à produção cinematográfica, com oficinas sobre fotografia, iluminação e maquiagem, por exemplo.
(Mostra competiviva do Cinest começa nesta terça-feira em Santa Maria. Disponível em http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/noticia/2015/10/mostra-competiviva-do-cinest-comeca-nesta-terca-feira-em-santa-maria-4861561.html. Acesso em 12/07/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Fotografia de Priscila Aguiar.
Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Encerramento da I Jornada de Lutas das Mulheres

Depois de um mês inteiro de construção coletiva, promovendo debates, encontros, oficinas, espaços culturais, de aprendizagem, de conhecimento compartilhado e de muita luta! Encerraremos nossa Jornada, que contou com mais de 22 atividades organizadas por diversos coletivos, movimentos sociais, organizações educativas, populares e artísticas. Encerramos com a certeza de que este fim é simbólico, pois a luta sempre continua. Enquanto todas as mulheres forem tratadas de forma desigual, violenta e opressora, não pararemos por aqui! Seguiremos sempre exigindo respeito e os nossos direitos que nos são negligenciados diariamente.
O encerramento contou com a presença de mulheres em cargos administrativos da Universidade Federal de Santa Maria. O evento teve como fala principal a apresentação do trabalho de Aline Bagetti, intitulada: " Feminismos e a criação de micropolíticas no Plano da Diferença". Após foi apresentado o fórum Municipal Permanente de Mulheres de Santa Maria, pela professora Maria Celeste Landerdahl e aberto um convite a todos interessados em construí-lo. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

Na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2014, num universo de 8.721.946 de inscritos, apenas 95, se identificaram enquanto pessoas trans e reivindicaram o uso de seu nome social. Esse dado leva a um questionamento pouco feito durante o cotidiano: onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, promoveu o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Diálogos - Travestis e Transsexuais na Educação: acesso permanência e formação

[…] onde, de fato, estão as pessoas transgêneras, transexuais e as travestis? Para contextualizar essa reflexão e ampliar o debate, o Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE UFSM - UAB), juntamente com a Pró Reitoria De Extensão Ufsm e o Coletivo Voe, realizaram o Diálogos “Travestis e transexuais na Educação: acesso, permanência e formação”.
(Debate sobre travestis e transexuais na educação será neste sábado. Disponível em: http://site.ufsm.br/noticias/exibir/dialogos-debate-sobre-travestis-e-transexuais-na-e. Acesso em 23/06/2017). Fotografia de Priscila Aguiar.

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Descubra UFSM

Aconteceu na UFSM a segunda edição do Descubra UFSM, evento que tem os moldes de uma feira das profissões, propiciando uma série de trocas sobre as experiências vividas na universidade. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Descubra UFSM

Aconteceu na UFSM a segunda edição do Descubra UFSM, evento que tem os moldes de uma feira das profissões, propiciando uma série de trocas sobre as experiências vividas na universidade. Fotografia de Priscila Aguiar.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Rondonistas mirins confeccionando fanzines.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Visita ao Curimataú.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol 2015 ocorreu em 24 de janeiro e 7 de fevereiro. Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenador: Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).
Operação Porta do Sol.
O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Assim, ocorreu em 11 de junho de 1967 a PR-0 ou operação piloto na cidade de Porto Velho, em Rondônia.
Se valendo do sucesso da operação piloto, o Gabinete do Ministério da Guerra, naquela época, decidiu coordenar um grupo de trabalho provisório ligado ao Gabinete do Ministro do Interior, que coordenariam a primeira Operação oficial do Projeto Rondon, em janeiro e fevereiro de 1968. Essa medida fez com que o então intitulado “Projeto Rondon” fosse institucionalizado junto ao Gabinete do Ministério do Interior, em caráter permanente.
O Rio Grande do Sul, por meio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), já se fazia presente nessa primeira missão, juntamente com universidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A Universidade Federal de Santa Maria, foi a primeira instituição a aceitar o desafio para a “ocupação da Amazônia pela educação” e, também, a primeira a instalar o Campus Avançado no ex-Território Federal de Roraima, na cidade de Boa Vista. Tendo como um dos seus Diretores o atual coordenador do Projeto Rondon na UFSM, o Professor Ubiratan Tupinambá da Costa.
O Projeto Rondon foi extinto com a abertura política, em 1989, dando lugar mais tarde ao Projeto “Universidade Solidário”, do qual a UFSM também teve participação ativa. Em 2005, no Governo do Presidente Lula, o “Universidade Solidária” foi extinto e o Projeto Rondon retornou, agora sobre o comando do Ministério da Defesa com o apoio do Ministério da Educação e demais Ministérios. O projeto segue vivo, também através da Associação Nacional dos Rondonistas, criada pelos primeiros coordenadores do projeto, que não deixaram que a ideia e os ideais do Projeto Rondon acabassem. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. (Memorial Projeto Rondon, disponível em http://coral.ufsm.br/memorialrondon/. Acesso em 27/06/2017. Coleta Seletiva foi discutida durante muitas oficinas e no programa radiofônico Alô Rondon.

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Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol

O Projeto de Extensão Rondon - Operação Porta do Sol de 2015 ocorreu em Solânea - PB. Foi financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenador do projeto nesta edição foi o Prof. Ubiratan Tupinambá da Costa (Pró-Reitor Adjunto de Assuntos Estudantis da UFSM e Coordenador do Projeto Rondon na UFSM).O Projeto Rondon iniciou suas atividades no ano de 1967, numa parceria entre Governo Federal e as universidades brasileiras, tendo por objetivo levar a juventude universitária a conhecer a realidade deste país continental, multicultural e multirracial e, especialmente, de proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social do Brasil. Na UFSM, o Projeto Rondon faz parte da tradição extensionista da instituição e das atividades desenvolvidas e apoiadas pela Pró-reitoria de Extensão. Fotógrafo não identificado.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Segunda Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). Coordenadora do projeto foi Cristiane Fuzer. O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente.

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Segunda Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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Projeto de Extensão Ateliê de Textos

Projeto financiado pelo Fundo de Incentivo a Extensão (FIEX).
Coordenadora do projeto: Cristiane Fuzer.
Primeira Sessão de Lançamento da 5ª coletânea.
O Ateliê de Textos é um projeto de ensino e extensão que tem por objetivo contribuir para o aprimoramento de conhecimentos e habilidades de professores em formação da área de Letras e, ao mesmo tempo, beneficiar a comunidade com resultados de pesquisas acadêmicas recentes e consolidadas voltadas para o trabalho com a linguagem. Oportunizam-se a professores em formação e em serviço subsídios teórico-práticos para a condução do processo de ensino-aprendizagem de leitura e produção de textos envolvendo contextos culturais. Focalizando a produção textual como um processo organizado em etapas de pré-escrita, (re)escrita e pós-escrita, são desenvolvidas atividades contextualizadas de leitura, contação de estórias, produção textual, feedbacks individuais e coletivos e ilustrações, culminando no sentimento de esforço reconhecido com a socialização dos próprios textos para além dos limites da sala de aula, mediante a publicação de uma coletânea em sessão de lançamento de livro.
A partir de 2014, a perspectiva sistêmico-funcional da linguagem passou a integrar as atividades de leitura e escrita propostas nas oficinas desenvolvidas pelo Ateliê de Textos nas escolas parceiras. Nessa perspectiva, a linguagem é concebida como sistema sociossemiótico, e o texto é produto e processo de escolhas semânticas, inserido em contexto específico (HALLIDAY, 1994; HALLIDAY e MATTHIESSEN, 2004, 2014). Dessa forma, fortalecem-se as relações entre as atividades de ensino e extensão com os resultados de pesquisas sobre o funcionamento da linguagem em gêneros, desenvolvidas sob a orientação da coordenadora deste projeto e demais professores colaboradores do Departamento de Letras Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFSM. Para o trabalho nas oficinas de produção textual nas escolas parceiras, são utilizados princípios da Pedagogia de Gêneros, que propõe o Ciclo de Ensino e Aprendizagem de Gêneros com três momentos fundamentais: desconstrução do gênero (leitura detalhada), construção conjunta e construção independente. Neste projeto, acrescenta-se a essas etapas a socialização da versão final (após várias reescritas) dos textos produzidos pelos alunos participantes das oficinas. As ações bem-sucedidas das edições já realizadas em diferentes escolas públicas em Santa Maria, RS, desde 2011, e o reconhecimento conferido pelo Prêmio RBS de Educação na categoria Projeto Comunitário, em 2013, evidenciam a relevância do processo de produção de textos conduzido por um mediador que, com apoio da equipe de acadêmicos e professores de Letras e colaboração de professores de Língua Portuguesa e Artes da escola, auxilia os participantes a se qualificarem como leitores e escritores. Divertindo-se, desenvolvem saberes linguísticos fundamentais: leitura, escrita e criação literária. Também aprendem a valorizar relações interpessoais para alcançar um propósito comum: socializar seus textos, produzidos com tanto empenho, em forma de livro, integrando atores sociais da universidade, da escola e do seu entorno social. (O projeto, disponível em: http://w3.ufsm.br/ateliedetextos/index.php/o-projeto. Acesso em 04/07/2017).

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