Zona de identificação
tipo de entidade
Pessoa
Forma autorizada do nome
Fortes, Breno Borges (Gal.)
Forma(s) paralela(s) de nome
- General Fortes Borges
Forma normalizada do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
área de descrição
Datas de existência
1908-02-26/1982-12-19
Histórico
Nasceu em São Gabriel (RS) filho do general João Borges Fortes e de Maria Manuela Ferraz Borges Fortes. Foi casado com Iolanda Correia Borges Fortes, com quem teve três filhos. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, então Distrito Federal, estudou no Colégio Militar dessa cidade e em abril de 1926 sentou praça, ingressando na Escola Militar do Realengo, de onde saiu aspirante-a-oficial da arma de artilharia em janeiro de 1929. Em julho deste último ano foi promovido a segundo-tenente, chegando a primeiro-tenente em fevereiro de 1931 e a capitão em maio de 1937. Em 1941 integrou a primeira turma de oficiais brasileiros enviada aos Estados Unidos para estudar na Field Artillery School, em Fort Still. Regressando ao Brasil, recebeu em junho de 1943 a patente de major, tornando-se tenente-coronel em junho de 1951 e coronel em março de 1955. Em julho de 1964, após a vitória do movimento político-militar de março desse ano que depôs o presidente João Goulart, foi promovido a general-de-brigada, passando a general-de-divisão em novembro de 1966. Chegando ao posto de general-de-exército em novembro de 1969, foi designado vice-chefe do Estado-Maior do Exército (EME). Ainda nesse mesmo mês passou a comandar o III Exército, sediado em Porto Alegre, em substituição ao general Emílio Garrastazu Médici, que se licenciou para assumir a presidência da República. No exercício desse comando destacou-se por seus pronunciamentos contra o comunismo. Em maio de 1972 deixou o III Exército e assumiu a chefia do EME, sucedendo ao general Alfredo Souto Malan. Em novembro do ano seguinte passou para a reserva, e em dezembro deixou a chefia do EME, sendo substituído interinamente pelo general-de-divisão Dilermando Gomes Monteiro até a posse do general-de-exército Vicente de Paula Dale Coutinho. Em maio de 1974 foi eleito presidente da Indústria de Celulose Borregaard em Porto Alegre. Foi presidente do conselho de administração da Rio Grande Companhia de Celulose do Sul (Riocell), cargo que exerceu até maio de 1982. Ao longo de sua carreira militar ligou-se ainda à área do ensino, tendo sido instrutor e professor da Escola Militar Provisória, destinada aos oficiais anistiados em 1930, do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Rio de Janeiro, da Escola Militar do Realengo e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), entre outras. Faleceu em Porto Alegre.
Locais
Estado Legal
funções, ocupações e atividades
Mandatos/Fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
Contexto geral
Área de relacionamento
Área de pontos de acesso
Pontos de acesso - Assuntos
Pontos de acesso - Locais
Ocupações
Zona do controlo
Identificador de autoridade arquivística de documentos
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão ou eliminação
Registro de autoridade criado por Cristina Strohschoen dos Santos em 09/11/2021.