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Costa e Silva, Artur da (Marechal), 1899/1969

  • Person
  • 1899-10-03/1969-12-17

Militar, nascido na cidade de Taquari, estado do Rio Grande do Sul, em 3 de outubro de 1899. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Armada e na Escola de Estado-Maior do Exército. Integrou o movimento tenentista (1922), tendo sido preso e anistiado. Em 1932 aliou-se às forças que lutaram contra a revolução constitucionalista de São Paulo. Foi adido militar junto à embaixada do Brasil na Argentina (1950-1952). Promovido a general-de-divisão (1961), assumiu o comando do IV Exército, em Recife (1961-1962). Foi um dos principais articuladores do golpe militar de 1964, que depôs o presidente João Goulart, e integrou o Comando Supremo da Revolução, ao lado do brigadeiro Correia de Melo e do almirante Augusto Rademaker. Ministro da Guerra durante o governo Castelo Branco (1964-1966), desincompatibilizou-se do cargo para candidatar-se às eleições indiretas na legenda da Arena. Em 3 de outubro de 1966, Costa e Silva e Pedro Aleixo foram eleitos, respectivamente, presidente e vice-presidente pelo Congresso Nacional, com a abstenção de toda a bancada do MDB, partido oposicionista. Em 15 de março de 1967foi empossado na presidência, e em agosto de 1969 afastou-se do cargo em virtude de uma trombose cerebral, sendo substituído por uma junta militar. Faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1969.

Santos, Edy Paulo Pereira dos, 1927-1972

  • Person
  • 1927-07-02 / 1972-05-25 (ISO 8601)

Nasceu em 02/07/1927, Filho de Ernesto Pereira dos Santos e Lygia Panichi Pereiras dos Santos e casado com Carmen Leda Roennau dos Santos.
Foi admitido em 02/01/1962 para professor da cadeira de Termodinâmica, na Faculdade Politécnica.
Em 19/03/1971 foi lotado no Departamento de Administração, no centro de CCJEA.
Faleceu em 25/05/1972.

<b>Fonte consultada</b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Edy Paulo Pereira dos Santos. Acesso em: 25 out. 2011.

<b>Pesquisa Realizada por</b>
Dhion Hedlund em 25/10/2011

Geisel, Ernesto Beckmann (General), 1908/1996

  • Person
  • 1908-08-03/1996-09-12

Militar, nascido na cidade de Bento Gonçalves, estado do Rio Grande do Sul, em 3 de agosto de 1908. Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre, na Escola Militar de Realengo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Armada e na Escola de Estado-Maior. Apoiou a Revolução de 1930 e em 1932 aliou-se às forças que lutaram contra a Revolução Constitucionalista de São Paulo. Foi secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional (1946-1947), adido militar junto à embaixada do Brasil no Uruguai (1947-1950), adjunto do Estado-Maior das Forças Armadas (1950-1952), subchefe do Gabinete Militar no governo Café Filho (1955), chefe da Seção de Informações do Estado-Maior do Exército (1957-1961), cargo que acumulou com o de representante do Ministério da Guerra no Conselho Nacional do Petróleo, e chefe do Gabinete Militar do presidente Ranieri Mazzilli (1961). Participou do movimento político-militar que originou o golpe de 1964, tendo sido nomeado chefe do Gabinete Militar do presidente Castelo Branco (1964-1967). Promovido a general-de-exército em 1966, foi ministro do Supremo Tribunal Militar (1967-1969) e presidente da Petrobras (1969-1973). Através de eleição indireta passou a exercer o cargo de presidente da República em 15 de março de 1974. Em junho de 1980 tornou-se presidente da Norquisa-Nordeste e, nessa qualidade, do Conselho de Administração da Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene). Faleceu no Rio de Janeiro, em 12 de setembro de 1996.

Gervini, Ivan Soares, 1948/

  • Person
  • 1948-03-10/

Filho de João Martins Gervini e Lady Soares Gervini. Nasceu em Pelotas no dia 10/03/1948. Foi casado com Rejane Garcia Gervini.
Foi contratado para exercer as funções de auxiliar de ensino da disciplina de circuitos elétricos da Faculdade Politécnica a partir de 10/08/1966.
Em 18/01/1971 foi nomeado Professor Assistente lotado no Centro de Tecnologia.
Foi designado Coordenador do Curso de Engenharia Civil do CT no dia 18/03/1976.
Foi designado para chefia do Departamento de Engenharia Civil em 12/1973 com mandato de dois anos.
De 02/1972 a 03/1972 colaborou no PRODEM.
No período de janeiro a dezembro de 1967 exerceu a função de engenheiro lotado na Reitoria, no Departamento de Planejamento e Obras. Trabalhou durante o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projetos para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no Campus de Roraima.

Cavalcanti, José Francisco de Moura, 1925/1994

  • Person
  • 1925-10-20/1994-11-28

José Francisco de Moura Cavalcanti nasceu no dia 20 de outubro de 1925, no engenho Cipó Branco, então município de Macaparana, hoje São Vicente Ferrer, agreste de Pernambuco. Filho do Coronel João Francisco de Melo Cavalcanti e Áurea Moura Cavalcanti, iniciou seus estudos em Macaparana. Transferiu-se para o Recife, onde estudou nos colégios Osvaldo Cruz e Nóbrega. Ingressou na Faculdade de Direito e no curso de Geografia e História da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Manuel da Nóbrega. Abandonou os estudos e voltou à Macaparana para ser eleito o prefeito mais jovem do Brasil, aos 18 anos. Retomou o curso de Direito no início dos anos 50, concluindo-o em 1954. Foi indicado pelo então presidente da República Jânio Quadros, governador do Amapá. Após a renúncia de Jânio, em agosto de 1960, Cavalcanti foi destituído do cargo. Retornou a Pernambuco e exerceu o cargo de secretário da Administração e da Coordenação Política durante o governo de Paulo Guerra. No governo seguinte, de Nilo Coelho, exerceu a presidência da Comissão do Desenvolvimento do Vale do Siriji. No governo Médici, Moura Cavalcanti chegou ao plano federal, exercendo a presidência do INCRA (Instituto de Colonização e Reforma Agrária). Em seguida, foi indicado também por Médici, para ocupar o Ministério da Agricultura no período de 10 de maio de 1973 a 15 de março de 1974.
Por indicação de Geisel, então presidente da República, foi nomeado governador de Pernambuco. Em 28 de novembro de 1994, adoeceu e, depois de várias complicações, faleceu no Recife.

Moraes, Leovegildo Leal de, 1915/1990

  • Person
  • 1915-11-07/1990-08-19

Filho de Sylvia Leal de Moraes nasceu em Santa Maria no dia 07/11/1915. Casado com Soeny
Pereira Marques de Moraes.
Em 1962 foi admitido para atuar como Professor Adjunto da Faculdade de Medicina de Santa Maria. Foi membro da junta médica em 1963.
Em 20 de janeiro de 1965 foi designado para organizar o funcionamento do Instituto de Higiene e Saúde Pública.
Em 13 de janeiro de 1970 foi designado para presidir a comissão organizadora das festividades alusivas ao 10º aniversário da UFSM.
No ano de 1970 foi nomeado Professor titular do Departamento de Medicina – CCB, onde permaneceu até 1979 quando foi designado para o Departamento de Saúde da Comunidade – CCS.
Aposentou-se setembro de1980. Faleceu em 19/08/1990.

<b>Fonte Consultada:</b>
UFSM. SIE – Sistema de Informações para o Ensino. Recursos Humanos (Módulo 4). Ocorrência por Matrícula (4.99.02.20.02) de Leovegildo Leal de Moraes. Acesso em: 04 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Rodrigo Vieira em 05/10/2011
Dhion Hedlund em 10/10/2011

Melro, Paulo Affonso de Freitas

  • Person
  • ?

Engenheiro da superintendência do desenvolvimento dos Estados do Sul do País – SUDESUL. (1969)
Como Superintendente do SUDESUL recebeu em 18/02/1975 medalha de bronze por Mérito, honraria denominada Mérito Anita Garibaldi.

<b>Fonte consultada:</b>
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Casa Militar. Condecorações do Estado. Agraciados - Medalha de Mérito Anita Garibaldi. Disponível em: < http://www.casamilitar.sc.gov.br/agraciadosAG.htm>. Acesso em 14 out. 2011.

<b>Pesquisa Realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana

Cidade, Roberto Augusto Machado, 1939/2011

  • Person
  • 1939/2011-05-22

Escultor. Nasceu em Caçapava do Sul/RS em 1939. Cursou a Faculdade de Belas-Artes na Universidade Federal de Santa Maria, Ainda como aluno da Faculdade de Belas Artes promoveu diversas atividades artísticas, tais como exposições de pinturas, gravuras, concertos, cursos, lançamentos de obras e outras atividades totalizando 15 no ano de 1969. Obteve vários prêmios neste ano em diversas categorias artísticas por todo o Brasil.
Diplomou-se em 1970, ano em que se transfere para Porto Alegre. Expôs na Galeria Contemporânea, Montevidéu, 1974, e na Sala de Exposições da UFSM, recebendo a comenda máxima da universidade, a Flor-de-lis. Foi aluno de escultura de Dorotea Vergara Pinto da Silva. Ao longo dos últimos vinte anos de carreira, vem participando de importantes salões nacionais e mostras significativas, com distinções. Reside e trabalha em Porto Alegre onde mantém atelier. Seu trabalho é focalizado por Armindo Trevisan, com reproduções em Escultores contemporâneos do Rio Grande do Sul. É verbete com obra reproduzida no Dicionário brasileiro de artistas plásticos.

Dutra, Tarso de Morais, 1914/1983

  • Person
  • 1914-05-15/1983-05-05

Filho de Vicente de Paula Dutra e Tarcília Morais Dutra nasceu em Porto Alegre/RS no dia 15/5/1914. Advogado, foi Deputado Federal em vários mandatos; Presidente do Diretório Regional do PSD, no Rio Grande do Sul, 1962. Foi Deputado estadual (1947 a 1950); Senador (1971 a 1978 e 1979 a 1983).
Ministro da Educação e Cultura, 1967-1969; Secretário de Governo, RS; Presidente do Departamento de Serviço Público, RS; Professor, Escola Nacional de Química.

O SEGUNDO HOMEM DA UFSM
O acréscimo de cinco artigos no texto da Lei 3.834-C permitiu que a UFSM fosse criada, em 14 de dezembro de 1960, em solenidade na cidade de Goiânia/GO. O objetivo inicial da lei em questão era criar a Universidade Federal de Goiás, cuja iniciativa partiu do então presidente Juscelino Kubitschek. A inclusão dos artigos que tratavam da UFSM foi iniciativa de um gaúcho dedicado à luta pela interiorização do ensino e pela criação de uma universidade em Santa Maria. Tarso de Moraes Dutra, advogado e político porto-alegrense, pela constante preocupação com a UFSM, tornou-se uma grande personagem na história da instituição.
Ao ver o projeto de lei que tramitava na Câmara dos Deputados, Tarso Dutra, em fins de outubro de 1960, tentou acrescentar uma emenda à Lei 3.834-C, a fim de que também a UFSM fosse criada. O deputado conseguiu acrescentar os artigos referentes a UFSM, mas mesmo assim, manteve-se em silêncio quanto à grande possibilidade que surgia – apenas José Mariano da Rocha Filho foi informado. Inesperadamente, em novembro de 1960, Tarso Dutra chegou à Santa Maria para comunicar as autoridades da Associação Pró Ensino Superior de Santa Maria (ASPES) e das Faculdades locais o êxito na emenda. Um dos presentes nesta reunião era Luiz Gonzaga Isaia, na época diretor da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. Ele recorda que a chegada do parlamentar foi uma surpresa, assim como a convocação para a reunião, que aconteceu na Secretaria do Bispado.
Uma das vindas de Tarso Dutra à cidade, datada de julho de 1960, quando a criação da USM ainda era expectativa. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
No encontro, Tarso Dutra anunciou a possibilidade existente para a criação da Universidade de Santa Maria (USM), contudo, havia a necessidade de se discutir a viabilidade de reunir as faculdades já instaladas na cidade – a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, a Faculdade de Enfermagem, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas. A possibilidade encontrada foi a organização da nova universidade em Faculdades Integrantes (Farmácia e Medicina) e Faculdades Agregadas (Filosofia, Direito, Economia e Enfermagem). A espera foi curta, e já em dezembro a solenidade de assinatura da lei foi marcada. Em 18 de dezembro de 1960, enfim, a batalha da ASPES era coroada com um desfecho feliz – a USM estava criada. Após 20 de agosto de 1965, as universidades foram qualificadas, passando a ser chamada Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
José Mariano da Rocha Filho e Tarso Dutra foram dois grandes nomes na criação e instalação da UFSM. Créditos: Departamento de Arquivo Geral da UFSM.
A presença de Tarso Dutra, todavia, não ficou restrita a este momento. Sua relação com a cidade e com as aspirações locais começaram já na juventude. A família de Tarso Dutra era de Júlio de Castilhos, e ele veio para a cidade estudar. Como lembra o professor Isaia, Tarso Dutra completava o ginásio no Colégio Santa Maria e era colega de Hélios Bernardi, que seria professor do curso de Farmácia e assumiria, em 1973, a Reitoria da UFSM. Mariano da Rocha era mais moço que os dois, cursando séries anteriores. Mesmo assim, o convívio no ambiente escolar gerou proximidade entre Mariano e o parlamentar. Após completarem os anos escolares, ambos foram para a capital estudar. Mariano fez Medicina, enquanto Tarso Dutra optou pelo Direito.
Ao retornar para Santa Maria, em 1938, Mariano da Rocha Filho assume a disciplina de Microbiologia na Faculdade de Farmácia de Santa Maria, e em 1945, é eleito presidente da instituição. Para tentar contornar as dificuldades financeiras que a faculdade enfrentava, Mariano inicia a campanha para incorporar a instituição à Universidade de Porto Alegre (UPA). Nas tratativas pela interiorização, Mariano reencontra o amigo de juventude na Assembléia Legislativa – em 1947, Tarso Dutra era Deputado Estadual pelo Partido Social Democrático (PSD). “Mariano encontrou Tarso na Assembléia, e ele ajudou na incorporação da Faculdade de Farmácia de Santa Maria à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)”, lembra Isaia, que é autor do livro UFSM Memórias.
Tarso Dutra envolveu-se na incorporação à UFRGS da Faculdade de Farmácia, com o apoio desprendido para as ações da ASPES e também com os esforços para a aprovação das Faculdades de Medicina e de Ciências Políticas e Econômicas. A busca por verbas para a UFSM também contava com o apoio do parlamentar, lembrado por Isaia como o “vigilante Tarso”, sempre alerta para as questões locais. Através do parlamentar, por exemplo, a UFSM recebeu verbas para a construção do Centro Politécnico, hoje Centro de Tecnologia. Em agosto de 1959, Tarso Dutra trouxe a primeira de cinco parcelas de um total de 50 milhões de cruzeiros, sendo as demais partes recebidas anualmente. A entrega do cheque para Mariano da Rocha aconteceu na área que seria doada pelas famílias Tonetto e Behr para a construção do campus, que somavam 40 hectares no bairro Camobi.
O então deputado Federal se faz presente no acompanhamento das obras do Instituto Eletrotécnico, primeiro prédio do Centro Politécnico.
A amizade entre Mariano e Tarso Dutra foi importante para a UFSM. “Tarso Dutra era o braço político do professor Mariano”, destaca José Mariano da Rocha Neto, angiologista e filho de Mariano. Mariano da Rocha Neto conheceu o parlamentar em 1962, quando ainda era estudante de Medicina, e lembra que Tarso Dutra era um deputado atuante, especialmente no campo da educação. “A amizade com meu pai era antiga, especialmente porque eles compartilhavam o desejo de interiorizar o Ensino Superior”, lembra ele, que destaca também o apoio sem precedentes de Tarso Dutra para Santa Maria. Mariano da Rocha Neto lembra que quando assumiu a direção do Hospital Universitário, em 1969, Tarso Dutra auxiliou na organização. O parlamentar intervinha na obtenção de materiais e equipamentos, que vinham especialmente da Europa, para a instalação do hospital. A medicina sempre ganhou atenção de Tarso Dutra, já que ele completou cinco anos do curso antes de decidir-se pelo Direito.
“Tarso Dutra era uma pessoa dedicada a Santa Maria, e que auxiliou em outras áreas, não somente no Ensino Superior”, lembra Isaia. A atenção e o zelo para os assuntos da cidade Santa Maria, em especial para a UFSM, garantiram a Tarso Dutra um lugar especial na história da Universidade. Assim que a UFSM foi criada, através da aprovação da Lei 3.834-C, uma série de festejos animou Santa Maria, dentre eles uma homenagem a Tarso Dutra. Souto Maior, deputado federal pelo estado de Pernambuco, destacou em sua fala a atuação ativa do parlamentar para a criação da UFSM.
Durante a formatura da primeira turma de médicos da Faculdade de Medicina de Santa Maria, em janeiro de 1960, novamente Tarso Dutra foi lembrado por Mariano da Rocha Filho, seu amigo de longa data. Em um grande e emocionado discurso, o futuro Reitor da UFSM lembrou-se de várias ações encabeçadas por Tarso Dutra – além do papel fundamental na integralização e na criação de faculdades locais, o parlamentar favoreceu obras como a do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo e o Hospital de Tisiologia (atual Prédio de Apoio da UFSM). Por isso, nas palavras de Mariano da Rocha Filho, Santa Maria tornou-se a “Princesa Universitária” da época. Palmas prolongadas acompanhavam o discurso de Mariano, que foi seguido por uma fala agradecida de Tarso Dutra. Nela, ele se comprometia a sempre estar disponível para auxiliar Santa Maria, finalizando sua fala com uma promessa à terra que o acolheu: “contarás sempre comigo em tua jornada”.
O Ginásio Didático do Centro de Educação Física e Desportos, cujas obras iniciaram no final da década de 1960, é uma homenagem ao parlamentar. Mariano da Rocha Filho propôs ao Conselho Universitário a denominação “Estádio de Esportes Tarso Dutra”, aprovada sem ressalvas. Na edificação, assim como em placas e diversas homenagens posteriores, registrou-se a presença e dedicação de Tarso Dutra para a construção da UFSM. Independente de questões partidárias e políticas, havia uma comunhão de ideias – o objetivo era construir uma instituição de ensino superior na cidade. O dinamismo de Mariano da Rocha Filho fez com que ele reunisse pessoas engajadas na busca pela criação de uma universidade em Santa Maria. “Tarso Dutra foi o segundo homem dessa lista”, finaliza Isaia, que, não por acaso, fez parte também desse seleto grupo.
Faleceu em 05 de maio de 1983.

Centro de Ciências Rurais (CCR), 1970/

  • Corporate body
  • 1970/

As faculdades de Agronomia e Medicina Veterinária da UFSM foram criadas em 30 de junho de 1961.
Nove anos depois, em 31 de agosto de 1970 foram criados os cursos de Engenharia Florestal e Zootecnia.
No dia 05 de junho de 1971, o parecer 465-71 - CSE aprovou novo Estatuto e reestruturou a Universidade Federal de Santa Maria, criando os Centros de Ensino. Desta forma surgiu o Centro de Ciências Rurais, que contava inicialmente com estes quatro cursos.
Em 2008, foi criado o curso de Graduação Tecnológica em Agricultura Familiar e Sustentabilidade na modalidade à Distância pela Universidade Aberta do Brasil.
Já em 2009, as expansões provocadas pelo Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) criaram o Curso Superior de Tecnologia em Alimentos que se integrou ao Centro.
Hoje, o CCR conta com 175 servidores Técnico-administrativos em Educação, 186 Docentes e mais de três mil e trezentos alunos distribuídos nos cursos de graduação e pós-graduação.

Centro de Tecnologia (CT), 1960/

  • Corporate body
  • 1960/

O Centro de Tecnologia (CT) teve sua origem no Centro Politécnico, fundado em 30 de junho de 1960, pela Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES). Em dezembro do mesmo ano, foi criada a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), surgia assim o Instituto Politécnico do Centro Politécnico, como unidade pertencente à estrutura da UFSM.

A partir da criação da Nova Universidade, pretendia-se naquele instante, iniciar com a implantação do Curso de Engenharia Elétrica, que posteriormente evoluiu para a instalação conjunta do Curso de Engenharia Civil. Em 13 de setembro de 1961, passou a chamar-se Faculdade Politécnica, sendo que em fevereiro de 1962 foi realizado o primeiro vestibular.

Com a aprovação, em 12 de fevereiro de 1970, do plano de reestruturação da UFSM a Faculdade Politécnica foi então transformada em Centro de Tecnologia.

Hoje, agrega seis Cursos de Graduação, cinco Programas de Pós-Graduação, onze departamentos, que atendem aos Cursos de Graduação e aos Programas de Pós-Graduação, inclusive prestando serviços para outros Centros de Ensino, doze grupos de pesquisa, dois grupos de Programas de Ensino Tutorial (PET) e a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM), tendo como missão promover ensino, pesquisa e extensão, formando lideranças capazes de auxiliar no desenvolvimento da sociedade.

Para dar suporte às atividades desenvolvidas, o Centro de Tecnologia conta ainda com Assessoria de Comunicação, Biblioteca Setorial, Gabinete de Projetos, Salas Informatizadas e dezesseis laboratórios.

A área física do Centro de Tecnologia, onde estão localizados as coordenações de cursos, departamentos, grupos de pesquisas, laboratórios, e outros órgãos auxiliares está distribuída nos prédios 7 e 10, além do prédio da Biblioteca Central (onde está o Curso de Arquitetura e Urbanismo) e o prédio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE (onde está o Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria - LACESM) e o prédio específico onde funciona a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM).

Colégio Politécnico da UFSM, 1961/

  • Corporate body
  • 1961/

O Colégio Agrícola de Santa Maria foi fundado em 1961. Com a reestruturação...
(INSERIR A TRANSIÇÃO DE COLÉGIO AGRÍCOLA PARA POLITÉCNICO)
A estrutura organizacional do Colégio Politécnico da UFSM é composta pelo Colegiado, Direção, Departamentos (Departamento de Ensino, Departamento de Administração e Departamento de Pesquisa e Extensão), pelas Coordenações de Curso, Secretarias e Setores. Os Departamentos, Secretarias e Setores são equipados segundo suas especificidades, exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. O Colégio conta com uma Cooperativa Escola que se destina a proporcionar aos educandos conhecimentos e vivências sobre o sistema cooperativista.

O Colégio Politécnico da UFSM dispõe de uma área de 192,87 hectares, sobre a qual existem edificações totalizando 7.986,92 m² que compreendem: aviários, galpões para máquinas, oficinas, apiários, estábulos, depósitos, salas ambientes, salas de aula, laboratórios de ciências físicas, químicas, biológicas, informática; biblioteca, área de lazer e de circulação, sanitários, salas de professores, anfiteatro, almoxarifado, sala da Cooperativa-Escola, salas administrativas, cozinha, agroindústria, entre outros.

Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (FACEM), 1955/1960

  • Corporate body
  • 1955-05-16/

A Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira – FACEM foi fundada no dia 16 de maio de 1955, o curso foi o primeiro de nível universitário no Rio Grande do Sul. Em 31/05/55 ocorreu a instalação da FACEM (Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira)e reconhecida pelo Decreto n. º 41.570 de 27 de maio de 1957. Foi agregada à Universidade Federal de Santa Maria, pela Lei n. º 3.384 – C, de 14 de dezembro de 1960.

Mantinha além do curso de graduação em Enfermagem e Obstetrícia, o curso profissionalizante de Auxiliar de Enfermagem e Técnico de Enfermagem.

Faculdade de Farmácia de Santa Maria (FFSM), 1931/1960

  • Corporate body
  • 1931-09-30/1960-12-14

Em 30/09/1931 foi criada a Faculdade de Farmácia de Santa Maria. O primeiro prédio onde funcionou a Faculdade localizava-se na Avenida Rio Branco, 842 (atualmente esse prédio não existe mais), no centro da cidade, próximo à Catedral Diocesana. Depois mudou para o n° 863 também na Avenida Rio Branco.
O ato de reconhecimento do curso de Farmácia, da Faculdade de Farmácia de Santa Maria, pelo Decreto Estadual nº 5.647/34, ratificado pelo Decreto Federal nº 9.586/42, de 02/07/1942, ocorreu em 13/07/1934.
A formatura da primeira turma do curso de Farmácia, no Salão Nobre da Sociedade União dos Caixeiros Viajantes ocorreu em 09/05/1935.
Em 08/04/1943 foi criado o Diretório Acadêmico dos Estudantes de Farmácia, primeiro da cidade.
Em 04/12/1948, os cursos de Farmácia, de Santa Maria, e de Direito e Odontologia, de Pelotas, são agregados a Universidade de Porto Alegre, que passa a ser denominada Universidade do Rio Grande do Sul.
A aprovação da incorporação da Faculdade de Farmácia de Santa Maria à Universidade do Rio Grande do Sul, se deu pela Lei 1.166/50, de 27/07/1950.
Em 19/06/1952, houve a integração da Faculdade de Farmácia de Santa Maria ao Estatuto da Universidade do Rio Grande do Sul.
Em 23/10/1952, foi lançada a pedra fundamental do edifício-sede da então Faculdade de Farmácia de Santa Maria, na Rua Floriano Peixoto, 1.184. No prédio conhecido como “Antiga Reitoria”.

Faculdade de Medicina, 1956/1960

  • Corporate body
  • 1954-03-10/

1951
Mariano da Rocha Filho funda a Associação Médica do Rio Grande do Sul, AMRIGS, e é seu primeiro vice-presidente.
1952
Lançada a pedra fundamental da primeira construção da UFSM (prédios das Faculdades de Farmácia e Medicina), na esquina das ruas Floriano Peixoto e Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria.
1954
Fazendo parte do Conselho Universitário da UFRGS, Mariano da Rocha obteve, em março, a autorização para o funcionamento do curso de Medicina, anexo à Faculdade de Farmácia, contando com o apoio dos excedentes da Faculdade de Medicina da UFRGS. Em dezembro, consegue a autorização para o funcionamento da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas, com o apoio dos contabilistas de Santa Maria e da Congregação dos Irmãos Maristas, que aceitou ser a entidade mantenedora. No mesmo ano, é criada, também sob o auspício da ASPES, a Faculdade de Filosofia, cuja primeira direção é formada pelo professor José Pinto de Moraes, ocupando o cargo de diretor, e Irmã Consuelo, como vice-diretora representando as Irmãs Franciscanas, entidade mantenedora.
Em 19/05, início oficial das aulas do curso de Medicina de Santa Maria.
Em 24/05, fundação do Centro dos Estudantes de Medicina de Santa Maria.
1956
Criação da Faculdade de Medicina, que até então havia funcionado como curso anexo à Faculdade de Farmácia.
1958
Introduzida na Faculdade de Medicina da UFSM a televisão em circuito fechado no ensino da cirurgia na América do Sul. JMRF promove ampla e vitoriosa campanha, em Santa Maria no Rio Grande do Sul, para a aquisição do primeiro microscópio eletrônico instalado em uma universidade latino-americana.
1960
Em 04 de janeiro ocorre a formatura da primeira turma da faculdade de medicina, nas dependências do cine-teatro Glória. E em 14 de dezembro, Mariano da Rocha Filho consegue a criação da Universidade de Santa Maria (USM) reunindo as faculdades já em atividade.
Em 10/09 Instalação do Centro Acadêmico da Medicina.
1975
Ato de reconhecimento, nos termos do Parecer n. 2.056/75/CFE, por ter sido criado pela Lei n. 2.712/56.
2008
Portaria n. 728/2008/MEC, publicada no DOU, de 24/10/2008.

Imprensa Universitária, 1962/

  • Corporate body
  • 1970/

A Imprensa Universitária foi instituída pelo Estatuto da UFSM/62 com a denominação de Gráfica Universitária. Em 1966, a Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES), importou da Alemanha as primeiras máquinas de impressão. A gráfica foi construída do lado oeste da cidade universitária, no primeiro pavilhão com cobertura em semi-arco, onde operou por muitos anos. Possuía um moderno laboratório de fotolitografia, o mais usado pelos estudantes dos cursos de Artes Plásticas e Comunicação Social. Operava com máquinas Offset Poli Graf. P24, Guilhotina Eletrônica e Impressora Poligrafh. Pelo Estatuto da UFSM/70 sua denominação foi alterada para Imprensa Universitária. O relatório de atividades da UFSM de 1970 registrava uma equipe de funcionários constituída de 1 supervisor, 6 tipógrafos, 2 trabalhadores e 2 linotipistas os quais executaram 844 solicitações de serviços de impressão. Em 1971 a sua denominação foi alterada para Imprensa Universitária e foi transferida para o prédio seis da universidade, ao lado do Colégio Técnico Industrial - CTISM, onde funciona até hoje. A partir deste ano as solicitações dobraram, envolvendo diversas formas de serviços: papéis timbrados, certificados, diplomas, atestados, fichas, formulários, convites de formatura, revistas e boletins. Em 21 de setembro de 1973 foi inaugurada a atual sede. Em 1978 foi absorvida pelo Departamento de Divulgação - DEDI, Resolução n. 017/78 e pela resolução n. 025/87 é vinculada a Reitoria sob a supervisão administrativa da PRA. A Imprensa Universitária é transformada em órgão suplementar central da Reitoria, de acordo com o Regimento Geral da UFSM/88, subordinada à Pró-Reitoria de Administração/PRA.

Rádio Universidade 800 AM da UFSM

  • Corporate body
  • 1968-05-28/

A Rádio Universidade 800 AM é a terceira mais antiga do Brasil, fundada em 1968, quando havia apenas a Rádio Universidade da UFRGS (1960) e a Rádio Unifei (1963), da Universidade Federal de Itajubá
Foi instalada oficialmente em 27 de maio de 1968, no oitavo andar do prédio da antiga reitoria no centro da cidade, sendo sintonizada na freqüência dos 1.320 khz e 1 kW de potência. Os transmissores e antena foram instalados em Boca do Monte, no haras de Domingos Crosseti. Depois, o parque de transmissão foi transferido para a sede da APUSM (Associação dos Professores Universitários de Santa Maria) e hoje está em local ainda mais próximo ao campus.
Na data de 26 de novembro de 1981, transferiu-se para o Campus Universitário. Em 1994, a torre de transmissão foi derrubada por um
problema de infiltração na sua base, o que tirou a emissora do ar por duas semanas. Mas voltou ao ar e operou precariamente até novembro de 1995, quando foi inaugurado um novo parque de transmissões e o sinal foi ampliado de Santa Maria para toda a região centro-oeste do
Estado. A nova antena, com 77 metros de altura, dobrou a capacidade de alcance, melhorando a qualidade de som. No ano de 1997 a emissora ganhou seu primeiro site da internet. Em junho de 1998, pela primeira vez em sua história, a Universidade AM passa a transmitir 24 horas diárias e, em 1999, inaugurou o sistema de transmissão pela internet. A partir dos anos 2000, a modernização tecnológica dos equipamentos e estúdios avança em direção à digitalização, com a inauguração de site específico e reformulação da programação. Em 2013, a direção assina em Brasília a adesão da Rádio Universidade à Rede Pública de Rádio, iniciativa da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e ARPUB (Associação das Rádios Públicas do Brasil). Em maio de 2005, a Radio Universidade comemorou 37 anos de funcionamento, transferida desde 1981 para o 10° andar do Prédio da Administração central, no campus da UFSM, operando na freqüência de 800 khz e 10 kW de potência.
José Mariano da Rocha Filho convidou para ser o primeiro diretor o jornalista Antonio Abelin, que formou sua equipe de trabalho que levou ao ar uma programação diferente dos moldes tradicionais do rádio naquela época, estava no ar a rádio educativa. A visão do reitor era integrar, num mesmo órgão administrativo: a Divisão de Imprensa, que abrigava a Rádio e a TV Educativa (DIRTVE). A emissora não veiculava propaganda e o estilo sóbrio da programação, no início criticada, passou a ser bem aceita pelo público e a alcançar bons índices de audiência. A Rádio priorizava, em seus noticiários, os principais fatos e eventos promovidos pela UFSM. Seus estúdios eram freqüentados por alunos e professores que apresentavam programas educativos, mesclando boa música e informação cultural. Transmitia em convênio, os programas de ensino à distância produzidos pela FEPLAM (Fundação Educacional Padre Landel de Moura. Também à noite, veiculava programas de alfabetização de adultos através do MOBRAL e manteve intercâmbios com emissoras internacionais como a BBC de Londres e Radio France, entre outras.
Sucederam Abelin como diretor da rádio: Paulo Carús juliani (1971-1974), Saulo Sérgio Dalfollo (1974-1977), Roberto Bisogno (1977-1078), Nicola Chiarelli Garofallo (1978-1983), Roberto Montagner (1983- 1987) (1997-2004) (2018-2019), Sérgio de Assis Brasil (1987-1990), Cezar Hamilton Saccol dos Santos (1990-1993), Aurea Evelise Fonseca (1993-1997), Celso Augusto Fontoura Franzen (2004-2011) (2012-2013), Rejane da Silva Miranda (2011) (2017-2018), Elisângela Carlosso Machado Mortari (2011-2012), Renato Leonardo Bezerra Molina (2013-2017), Marcelo de Franceschi dos Santos (2020-2022), Jonathan Ferreira (2022-presente).

Campus Avançado de Roraima, 1969/1985

  • Corporate body
  • 01-08-1969/1985

Em abril de 1968, em um vôo de Brasília ao Rio de Janeiro, O Reitor da UFSM teve oportunidade de conversar com o Ministro Costa Cavalcanti. Entre os planos do Ministro do Interior estava o de reativar o “Projeto Rondon”. Não demorou para que Mariano manifestasse o interesse da UFSM em participar do Projeto. A idéia corporificou-se, ao regressar a equipe de acadêmicos da UFSM, que dentro da programação do Projeto Rondon, fora de Roraima, prestar seus serviços no período de férias escolares (Jan./fev. 1969). A idéia tomou forma através do contato do reitor com o Ten. Cel. Mauro da Costa Rodrigues, quando ficou estabelecido o lançamento das Universidades Brasileiras sobre a Amazônia, cabendo à UFSM, o assessoramento à Roraima. Para isso foi montado um Projeto, em que se estabeleciam as condições de execução, de trabalho e de montagem do, já então chamado "Campus Avançado". Este Projeto foi analisado pelo GT Rondon, aprovado, o planejamento final indicava a necessidade de uma "Fase-Piloto" que iniciou em agosto de 1969.
No dia 1° de agosto de 1969, foi assinado o Convênio do estabelecimento do Campus Avançado, em sessão solene presidida pelo Reitor Prof° Dr. José Mariano da Rocha Filho e com a presença dos senhores José Costa Cavalcanti Ministro do Interior, Walmor Leal Dalcin Governador do território de Roraima e o Tenente Coronel Mauro da Costa Rodrigues Coordenador do GT Rondon.

Em resumo o Convênio reunia várias Filosofias:

  • A do Governo Federal, de efetuar o desenvolvimento da Amazônia, a todo custo;
  • A do Governo do território de Roraima com o mesmo propósito;
  • A do GT Rondon, a de "integrar para não entregar";
  • A da UFSM, seguindo a sua diretriz de ser "Alavanca para o Progresso”.

O Campus Avançado é constituído de duas sedes: A urbana, com uma área de cerca de 10 hectares, situado no perímetro de Boa Vista e a Sede rural: localizada na Fazenda Boa Intento com uma área de 1.700 ha. O coordenador do Campus Avançado, Cel. Alexandre Amêndoa, fez com que a idéia tomasse corpo e concretizando-se mesmo com todas as dificuldades. Cabe destacar a atuação da FAB (Força Aérea Brasileira) que possibilitou o dificultoso transporte. O engenheiro Ivan Soares Gervini trabalhou durante todo o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projeto para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no Campus de Roraima. As atividades no Campus Avançado de Roraima consagraram a idéia de extensão da Universidade, desafio vencido pelos pioneiros que aceitaram o plano de interiorizar a Educação no País.

O Campus avançado de Roraima funcionou até 1985. As instalações e o trabalho desenvolvido pela UFSM em Roraima foram o embrião para a criação da Universidade Federal de Roraima em 1989.

Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), 1967/

  • Corporate body
  • 04-04-1967/

É constituído por um conjunto de 3 blocos de um pavimento único, abrangendo uma área de 1600 m². No bloco leste, estão situadas as salas de aula e laboratórios, no central, situa-se a parte administrativa com biblioteca, secretaria, sala do diretor e professores. Ligando estes 2 blocos acha-se os sanitários feminino e masculino. Na parte posterior oeste, acham-se o pavilhão e o industrial com oficinas e a cantina. Entre os pavilhões existem 2 áreas internas ajardinadas e na fachada sul encontra-se uma cx dágua elevada com 18 m de altura e com capacidade para 30.000 litros. Este conjunto encontra-se na Cidade Universitária, à direita da Avenida Principal.

Bondarenko, Armando, 1937/1994

  • Person
  • 1937-08-23/1994-01-30

"Natural de Santa Maria/RS, nasceu em 23/08/1937. Foi admitido na UFSM no cargo de técnico em cinematografia em 02/01/1962. No período de 01/03/1973 a 08/05/1975, foi chefe do Serviço Fotográfico da Divisão de Serviços Auxiliares do Demasa. A 01/11/1974, passou a exercer o cargo de agente de cinefotografia e microfilmagem. Em 01/04/1987 o cargo que ocupava foi alterado para técnico em cinematografia. Bondarenko foi reconhecido pela sua eficiência na atividade como fotógrafo e também pela atenção e maneira prestativa e espontânea com que tratava os colegas. Aposentou-se em 12/04/1988 e faleceu em 30/01/1994."

Silveira Netto, Carmen

  • Person
  • 1914-2012

Nascida em 1914, no município de Tupanciretã, a Irmã Consuelo foi batizada com o nome de Carmem Silveira Netto. Sua fé ao franciscanismo permeou com sua vida dedicada ao ensino.

Em 1938 ela iniciou suas atividades docentes no magistério secundário no colégio Bom Conselho, em Porto Alegre. Posteriormente lecionou por 20 anos Português, Espanhol, Francês e Latim no Colégio Sant'Anna. Suas atividades como professora se estenderam ao ensino superior, em que contribuiu com seu conhecimento em sala de aula até a década de 80.

Irmã Consuelo foi também fundadora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1964, e do primeiro Curso de Pós-graduação em Educação, em 1970. No meio acadêmico, a docente é lembrada como uma das figuras de maior destaque para formação do perfil cultural e educação de Santa Maria.
A religiosa Consuelo Silveira Netto, faleceu aos 98 anos em 2012.

Amendola, Alexandre Máximo

  • Person

Foi diretor da Assessoria de Planejamento em em 1969 e 1970, e também coordenador e responsável pela consolidação do Campus Avançado no Território Federal de Roraima - Projeto Rondon. Foi chefe da Assessoria de Segurança e Informação (ASI).

Parreira, Selene Bernardi, 1937/2012

  • Person
  • 1937-03-14/2012-01-21

Nasceu a 14/03/1937, em Santa Maria. Filha de Hélios Homero Bernardi, reitor da UFSM de 1973 a 1977, e de Angelina de Almeida Bernardi.
Foi admitida, nomeada e empossada no cargo de auxiliar bibliotecário, sendo a primeira diretora da Biblioteca Central Manoel Marques de Sousa "Conde de Porto Alegre".
Exerceu, também, o cargo de assistente administrativo na instituição, por vários anos. Aposentou-se em 11/09/1990. Faleceu em 21/01/2012.

Londero, Adão Silvino, 1936/2010

  • Person
  • 1936-03-07/2010-11-21

Filho de Pedro Londero e Maurilia Dias Londero, nasceu em 07/03/1936, em Santa Maria/RS. Em 16/02/1966, foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM.
Em 1970, recebeu elogio coletivo de Alberto H. Schmidt. No ano de 1972, recebeu Medalha de Prata comemorativa ao décimo aniversário da UFSM pelos serviços prestados à instituição. No ano seguinte, recebeu certificado referente a relevantes serviços ao desenvolvimento brasileiro e a integração, através do Projeto Rondon, na qualidade de colaborador.
Em 1974, recebeu elogio coletivo por louvar pelo zelo e pelo elevado senso de responsabilidade em suas tarefas. Cinco anos depois, foi elogiado pelo diretor do CCR por suas capacidade e responsabilidade.
Aposentou-se em 10/08/1990 e faleceu vinte anos depois, em 21/11/2010. Em 26/11/2010, a UFSM prestou auxílio funeral à família.

Soares Filho, Eduardo Augusto, 1931/1992

  • Person
  • 1931-07-04/1992-09-07

Filho de Aurora da Graça Soares, nasceu em 04/07/1931, em Santa Maria/RS. Foi admitido e empossado no cargo de motorista da UFSM em 17/03/1962. Trabalhou na instituição até se aposentar, em 22/05/1990. Faleceu em 07/09/1992.

Müller, Pedro Bernardo, 1937/2004

  • Person

Nasceu em 28 de junho de 1937, em Santa Maria/RS, filho de Pedro José Muller e Olinda Maria Hampe Müller e pai de Felipe Martins Müller (reitor da UFSM na gestão 2010-2013). Em 01 de março de 1964 foi nomeado, admitido e empossado no cargo de Professor da UFSM.
Na instituição, atuou como auxiliar de ensino, professor adjunto do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Rurais e integrou o Colegiado do Curso de Veterinária.
Aposentou-se em 27/03/1989 e faleceu em 15/06/2004.

Ritzel, José Pereira, 1934/2001

  • Person
  • 1934-09-06/2001-11-05

Nasceu em 06/09/1934, em Santa Maria/RS, filho de Alcides e Alice Ritzel. Em 01/03/1965, foi nomeado, admitido e empossado no cargo de professor da UFSM, no Centro de Ciências Sociais e Humanas. Atuou no Departamento de Ciências Econômicas.
Aposentou-se em 16/04/1985 e faleceu em 05/11/2001.

Müller, Felipe Martins, 1966/

  • Person
  • 1966-07-05

Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Maria (1987), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1990) e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1993). Fez um estágio Doutoral no Centre de Recherche sur les Transports- CRT em Montreal - Canadá (1991-1992). Realizou um estágio Pós-Doutoral no Computational Intelligence Centre da De Montfort University - Leicester - UK (2014-2015). Foi nomeado e tomou posse como reitor em 22/12/2009. Foi também Vice-Reitor da UFSM (2005-2009), Diretor do Centro de Tecnologia (2003-2005) e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia (1999-2003). Atualmente orienta no PPGA, PPGEP e PPGI da UFSM (2019). É professor titular da UFSM, no Departamento de Computação Aplicada do Centro de Tecnologia (2019).

Sarkis, Paulo Jorge, 1944/

  • Person
  • 1944-06-29

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM (1967), especialização em Curso de Pós Graduação de Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ (1969), especialização em Concreto Protendido e Pontes pela Agência Para Cooperação Técnica e Econômica do Governo Francês, ACTIM, França (1975), especialização em Análise não linear / Estruturas de Concreto pelo Centro de Estudos Nucleares de Saclay, CENS, França (1988) e mestrado em Engenharia Civil pela UFRJ (1970). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM (1968), onde aposentou-se (2003). Durante seu período na UFSM, atuou como Chefe do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia, CT (1971-1973), Presidente da seleção de candidatos a função de Auxiliar de Ensino, Disc. Mec. (1973), Presidente de Comissão Setorial de Extensão do Departamento de Estruturas e Construção Civil do CT (1983), Coordenador e Supervisor dos estágios do Curso de Engenharia Civil (1986), representante dos professores titulares no Conselho Universitário (1988), Presidente da Comissão Examinadora do Concurso Interno para professor titular na área de Estrutura de Concreto Armado (1991), Diretor de Unidade do CT (1991-1995), Diretor de Sub-unidade do Laboratório de Ciências Espaciais do CT (1995-1997) , Presidente do Comitê Executivo para Gerenciamento Griffe-UFSM (1998) e foi nomeado e tomou posse como reitor em 23/12/1997 a 20/12/2001 e em 21/12/2001 a 20/12/2005.

Lima, Clóvis Silva, 1940/

  • Person
  • 1940-03-29

Possui graduação em Farmácia Bioquímica (1964), e Especialização em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (1970). Foi admitido como professor do Magistério Superior pela UFSM em 1965. Presidiu a Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Docentes do Departamento de Saúde da Comunidade de 1984 a 1988. Foi Reitor da UFSM de 21/12/2005 a 22/12/2009. Aposentou-se em 12/02/2010.

Londero, Alberto Thomas

  • Person
  • 1921

Alberto Thomaz Londero nasceu em Santa Maria em 03 de junho de 1921, filho de José Londero e Matghilde Bortoluzzi. Cursou o primário e o primeiro ano secundário no Colégio Santa Maria, em Santa Maria (l928-1932), e o restante do curso secundário no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Bagé (l933-1937). Complementou o curso secundário no curso pré-médico no Colégio Júlio de Castilhos em Porto Alegre (l939-1940). Cursou Medicina na Faculdade de Medicina da UFRGS, colando grau em 1945. Ingressou na carreira docente em 1946 como auxiliar de ensino na Faculdade de Farmácia de Santa Maria, integrada à UFRGS em 1951. Por Concurso Público de Títulos e Provas, foi empossado como professor Catedrático de Zoologia e Parasitologia em 1956. Com a criação da Universidade Federal de Santa Maria, passou a catedrático de Parasitologia e Micologia. Aposentou-se em 1991. Ingressou como professor regente da disciplina de Parasitologia e Micologia, na novel Faculdade de Medicina de Santa Maria, então pertencente à UFRGS, em 1956. Incorporada à UFSM, em 1960, passou a professor Titular. Por aceitar o regime de dedicação exclusiva e tempo integral, licenciou-se da Faculdade de Medicina UFSM e, em 1974, em razão da nova legislação de acúmulo de cargos, aposentou-se. Por concurso de títulos, ocupou a direção do Instituto de Parasitologia e Micologia da UFSM, de sua criação até sua extinção (1961-1970). Pesquisador Conferencista do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq) de 1968 a 1975. Com a restruturação do CNPq, passou a Pesquisador 1-A de l976 a 1991.

Junqueira

  • Person

Professor

Pró-Reitoria de Graduação

  • BR RS UFSM PROGRAD
  • Corporate body
  • 1973

A PROGRAD teve início em 1973 com a denominação de Pró-Reitoria de Ensino e Pesquisa. Já em 1978 passou-se a denominar-se Pró-Reitoria de Graduação.

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