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Registro de autoridade
Entidade coletiva

Aeroclube de Santa Maria

  • Entidade coletiva
  • 1938/

João Carlos Hausen, funcionário municipal, piloto e primeiro instrutor de vôo do aeroclube, junto com os seus futuros sócios colaboradores, criaram o Santa Maria Aeroclube Sport, atualmente mais conhecido como Aeroclube de Santa Maria. Em 1938, criaram juntos um planador e então com passar dos anos e muito trabalho, a escola de treinamento para pilotos da aviação civil conquistava a formação dos primeiros pilotos de Santa Maria, aquisição de novos aparelhos para instrução e formação de monitores. No ano de 1952 conquistou o título de 4º lugar no território nacional e tem por finalidade formar Pilotos, tanto na parte teórica como parte pratica da aviação civil.

Associação Rural de Santa Maria

  • Entidade coletiva
  • 1927-06-20/

É um órgão de defesa e representação da classe rural com o intuito de buscar soluções para as demandas e interesses de agricultores rurais de todo o estado do Rio Grande do Sul. Dentre as principais ações da Associação Rural, destaca-se a presença em casos de ocupações de terra e a realização da Expofeira Agropecuária de Santa Maria, realizada no Parque de Exposições da UFSM para mostra e comercialização de animais e produtos agropecuários.

Associação Santamariense Pró-Ensino Superior (ASPES)

  • Entidade coletiva
  • 03-1948/1962

A Associação Santamariense Pró-Ensino Superior (ASPES) teve início no ano de 1948 a partir de uma reunião onde se encontravam José Mariano da Rocha Filho, o prefeito da cidade, presidente da câmara de vereadores, bispos, etc. Além de contar com o apoio de integrantes do movimento de criação da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas de Santa Maria. O objetivo era a construção de um incentivo ao crescimento do ensino superior em Santa Maria. José Mariano da Rocha Filho foi o primeiro presidente da associação.
Dentre os feitos da ASPES incluem-se a construção de uma olaria para obra do Centro Politécnico, de uma serralheria e uma marcenaria, importação de máquinas de gráfica da Alemanha, doação dos primeiros transportes internos e a criação de uma pedreira.
Após a criação da Universidade de Santa Maria, em 1962, a ASPES tornou-se a FUNDAE (Fundação Educacional e Cultural para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura).

Banda Marcial Colégio Manoel Ribas

  • Entidade coletiva
  • 1956/

Fundada em 1956, tem por objetivo educar seus componentes através da música, levar entretenimento à população e elevar o nome do Colégio Manoel Ribas e da cidade de Santa Maria. O apoio financeiro e técnico da Banda provém da Associação dos Amigos da Banda Marcial Manoel Ribas (AABMMR) e do Colégio Estadual Manoel Ribas. Destaca-se por ser uma das mais antigas corporações marciais do estado e a única em atividade, sem interrupção desde sua fundação.

Biblioteca Central Manoel Marques de Souza - Conde de Porto Alegre (BC), 1960/

  • Entidade coletiva
  • 1960/

A Biblioteca Central da UFSM é um órgão suplementar da Reitoria e está vinculada à Pró-Reitoria de Administração. Coordena tecnicamente as doze bibliotecas setoriais da UFSM. O objetivo da Biblioteca Central é colocar à disposição da comunidade universitária a informação bibliográfica atualizada, de forma organizada, favorecendo o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão.

Com a criação da Universidade Federal de Santa Maria, pela Lei 3.834-C, de 14 de dezembro de 1960, fundou-se a Biblioteca Central, que reuniu as coleções bibliográficas das Faculdades de Farmácia, Medicina, Odontologia, Veterinária, Agronomia, Belas Artes, Politécnica, Filosofia, Ciências e Letras. A Biblioteca Central funcionou, até 1971, no prédio da Administração Central, na Rua Floriano Peixoto, 1.184, no centro da cidade.

Em 1972 a Biblioteca Central mudou-se para o prédio próprio no Campus. Com capacidade para um milhão de volumes, temperatura ambiente estável com ar condicionado central, aparelhos de micro-filmagens e reprodução de documentos, com locais especiais para arquivo de filmes. O prédio possui três pavimentos, com área total de 7.080 m². No subsolo está situado o depósito de livros, fotografias, microfilmes, restauração, reparação e encadernação, embalagem e desembalagem e sanitários. No pavimento térreo situa-se o hall de entrada, exposição, catálogos, catalogação e preparação, sala do diretor, secretaria, periódicos e demais dependências. O 2° pavimento é ocupado por amplos salões de leitura, existindo ainda um mezanino. Internamente o prédio possui uma área aberta, com dimensões 12x18m. Há dois elevadores sociais. A Antiga sede no prédio do centro da cidade se tornou o Anexo da Biblioteca Central, que mais tarde se transformou na Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas, atendendo aos cursos de graduação e pós-graduação que funcionam no Centro da cidade, tendo como responsável um bibliotecário lotado na Biblioteca Central. Até 1978, os trabalhos técnicos e administrativos eram exercidos por pessoas sem formação biblioteconômica.

A partir de 1978 diversas melhorias foram sendo incrementadas, tais como: empréstimo a domicílio a toda a comunidade universitária, substituindo o empréstimo exclusivo para professores e funcionários, livre acesso às estantes substituindo o sistema de “acervo fechado”, mudanças na ocupação do espaço físico proporcionando melhor distribuição do acervo nas estantes, separação do catálogo dicionário em catálogo dividido por autor, por título e por assunto.

Acompanhando a tendência nacional,em 1979, houve a implantação de novos serviços e outras melhorias, tais como: comutação bibliográfica, empréstimo entre bibliotecas, crescimento do acervo bibliográfico, publicação de material de divulgação e informação, permuta de periódicos com outras instituições, reforma do prédio, com a expansão e melhor aproveitamento do espaço físico, instalação de cabines de estudo individual e em grupos, elaboração de organograma e regimento interno, orientação e treinamento de usuários.

Em 1991 a Biblioteca Central adotou o sistema SAB2, iniciando assim, a informatização do acervo.

A Biblioteca Central adotou o Sistema Bibliotech em 1999, transferindo os dados de sua base bibliográfica para o novo sistema.

Foi instalada na Biblioteca Central, em 2001, a ilha de atendimento aos usuários do Portal de Periódicos CAPES, constituída por quatro computadores e duas impressoras.

O convênio para a implantação da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações foi assinado em 2003.

Em 2004 as bibliotecas da UFSM adotaram o Sistema Integrado para o Ensino (SIE), transferindo os dados de sua base bibliográfica para o novo sistema. Esse sistema foi desenvolvido pelo Centro de Processamento de Dados (CPD) da UFSM e integra os módulos Acadêmicos, Recursos Humanos, Execução orçamentária e Biblioteca entre outros. Nesse ano também houve o ingresso de uma bibliotecária designada para incluir o material das Letras na Biblioteca Setorial da Educação e Letras.

A ilha de inclusão digital doada pelo governo federal foi instalada na BC em 2005. Essa ilha visa a aproximar os usuários da informática, seu uso é livre, com algumas restrições. É constituída por cinco computadores.

Em 2006 ocorreu o lançamento da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSM.
Saída do Setor de Microfilmagem do prédio da Biblioteca Central, que passou a ocupar uma sala no segundo pavimento do prédio 74.

Em 2007 ocorreu a reforma de parte do subsolo e parte externa em frente à biblioteca. Aproveitamento do espaço antes ocupado pela microfilmagem para redistribuição do acervo.

O ingresso de quatro bibliotecárias para a Biblioteca Central em 2008 possibilitou o serviço de assessoramento técnico nas nove bibliotecas setoriais da UFSM. Aquisição de novo sistema anti-furto para a Biblioteca Central e para a BSCAL e BSCT.

Em 2009 aconteceu o lançamento da página da Biblioteca Central da UFSM. Início da obra de restauração das paredes do pátio interno da biblioteca. Início do projeto para um anexo.

Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Maria

  • Entidade coletiva
  • 1964-08-24/

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Maria (CDL SM) é uma instituição sem fins lucrativos, filiação político-partidária ou religiosa, que tem como principal objetivo a união e desenvolvimento do setor varejista. Sua primeira sede, em 1964, era uma pequenina sala na Galeria Chami. Após isso, passou-se pelo edifício Marilene, Palácio do Comércio até a sede atual, localizada a rua Astrogildo de Azevedo. Isso aconteceu no dia 11 de dezembro de 1987. A CDL conta com o trabalho não-remunerado de uma Diretoria Executiva eleita para o mandato de um ano de duração entre os meses de janeiro a dezembro. Essa diretoria é composta por presidente, vice-presidente, diretor-secretário, diretor-tesoureiro, diretor de patrimônio, diretor social, diretor de promoções, diretor de serviços, diretor de desenvolvimento lojista e diretor técnico. Ainda, há presença de um Conselho Consultivo, constituído pelos últimos cinco lojistas eleitos para o cargo de presidente.

Campus Avançado de Roraima, 1969/1985

  • Entidade coletiva
  • 01-08-1969/1985

Em abril de 1968, em um vôo de Brasília ao Rio de Janeiro, O Reitor da UFSM teve oportunidade de conversar com o Ministro Costa Cavalcanti. Entre os planos do Ministro do Interior estava o de reativar o “Projeto Rondon”. Não demorou para que Mariano manifestasse o interesse da UFSM em participar do Projeto. A idéia corporificou-se, ao regressar a equipe de acadêmicos da UFSM, que dentro da programação do Projeto Rondon, fora de Roraima, prestar seus serviços no período de férias escolares (Jan./fev. 1969). A idéia tomou forma através do contato do reitor com o Ten. Cel. Mauro da Costa Rodrigues, quando ficou estabelecido o lançamento das Universidades Brasileiras sobre a Amazônia, cabendo à UFSM, o assessoramento à Roraima. Para isso foi montado um Projeto, em que se estabeleciam as condições de execução, de trabalho e de montagem do, já então chamado "Campus Avançado". Este Projeto foi analisado pelo GT Rondon, aprovado, o planejamento final indicava a necessidade de uma "Fase-Piloto" que iniciou em agosto de 1969.
No dia 1° de agosto de 1969, foi assinado o Convênio do estabelecimento do Campus Avançado, em sessão solene presidida pelo Reitor Prof° Dr. José Mariano da Rocha Filho e com a presença dos senhores José Costa Cavalcanti Ministro do Interior, Walmor Leal Dalcin Governador do território de Roraima e o Tenente Coronel Mauro da Costa Rodrigues Coordenador do GT Rondon.

Em resumo o Convênio reunia várias Filosofias:

  • A do Governo Federal, de efetuar o desenvolvimento da Amazônia, a todo custo;
  • A do Governo do território de Roraima com o mesmo propósito;
  • A do GT Rondon, a de "integrar para não entregar";
  • A da UFSM, seguindo a sua diretriz de ser "Alavanca para o Progresso”.

O Campus Avançado é constituído de duas sedes: A urbana, com uma área de cerca de 10 hectares, situado no perímetro de Boa Vista e a Sede rural: localizada na Fazenda Boa Intento com uma área de 1.700 ha. O coordenador do Campus Avançado, Cel. Alexandre Amêndoa, fez com que a idéia tomasse corpo e concretizando-se mesmo com todas as dificuldades. Cabe destacar a atuação da FAB (Força Aérea Brasileira) que possibilitou o dificultoso transporte. O engenheiro Ivan Soares Gervini trabalhou durante todo o mês de novembro de 1969 em Roraima, fazendo o levantamento, estudos e projeto para a construção de um Colégio Agrícola Modelo no Campus de Roraima. As atividades no Campus Avançado de Roraima consagraram a idéia de extensão da Universidade, desafio vencido pelos pioneiros que aceitaram o plano de interiorizar a Educação no País.

O Campus avançado de Roraima funcionou até 1985. As instalações e o trabalho desenvolvido pela UFSM em Roraima foram o embrião para a criação da Universidade Federal de Roraima em 1989.

Casa do Estudante Universitário I (CEU I), 1963/

  • Entidade coletiva
  • 1963/

A Casa do Estudante Universitário I (CEU-I) Está localizada na Rua Professor Braga, nº 79 no centro de Santa Maria/RS. Oferece moradia gratuita a 230 acadêmicos da UFSM dos cursos de graduação. Destaca-se pela sua grande diversidade cultural, com acadêmicos das mais diversas áreas provenientes de todas as regiões do estado e de várias regiões do país.
Na parte física conta com: 56 apartamentos com 4 pessoas cada, 6 apartamentos com 1 pessoa cada, 7 salas de estudos sendo uma por andar, quartos mistos, femininos e masculinos. No Hall de entrada você encontra: Biblioteca, Coordenação CEU I, LanHouse, Sala de estar com televisão, Laboratório de informática(LABINFO), Diretório Central do Estudante(DCE). Conta também com uma pequena área de lazer no subsolo: Quadra de vôlei, salão de festa (Catacumba), Churrasqueira.

Assim que foi inaugurada a Casa do Estudante, em outubro de 1963, um movimento das jovens fez chegar à Reitoria um pedido do Diretório Central dos Estudantes da UFSM, solicitando que fosse criada a Casa da Estudante. O pedido foi para o DAC – Departamento de Administração Central, que localizou um imóvel onde a parte superior do prédio estava disponível para alugar. O imóvel na Rua Floriano Peixoto n. 1244 foi alugado diretamente com o proprietário e a partir de março de 1967, as estudantes já dispunham do apartamento, com entrada pela Rua Floriano Peixoto, que chegou a acolher até oito meninas.

Em 1968, foi criada, no campus de Camobi, a CEU II. Surgiu da necessidade dos estudantes de baixa renda provenientes de toda a região em manter-se estudando. Inicialmente, resumia-se ao Bloco 11. Porém a crescente demanda por moradia estudantil evidenciava a necessidade de ampliação das vagas disponíveis para um contingente cada vez maior de jovens, o que aliado a presença das estruturas dos “escombros” inacabados pela velha “falta” de verbas, desde o inicio fez com que estes questionassem os “por quês” de tão poucas vagas.Acirradas discussões precederam a conquista da moradia feminina na CEU II. Até fins da década de 70 só rapazes podiam morar na Casa. Mas a partir do momento em que 4 gurias que não tinham onde morar para estudar na UFSM, superaram o preconceito vigente e resolveram ocupar um quarto no Bloco 12, de lá não saindo mais, acende-se uma polêmica na Casa: houve resistência por parte da reitoria e alguns moradores, mas a maioria questionava “por que só os machos precisam de assistência?”. Assim, graças a estas 4 pioneiras, de lá pra cá as mulheres tem permanência garantida na CEU II.
Em meados da década de 70 os moradores se organizam, mudam a linha política da Diretoria da Casa, encabeçam o Movimento Resistência, que culminou com as eleições diretas para o DCE (antes disso, o DCE era “eleito” pelo Reitor e seus Pró-Reitores), e participam ativamente da reorganização da UNE em 1979.

A partir da década de 80 avança-se na luta pela ampliação da Casa, que na época era constituída apenas pelos Blocos 11 ao 14. Em 1983, sob o mote “Moradia não se adia! Ocupação é a solução”, os pretendentes a vagas na Casa, já cansados de esperar, se organizam e ocupam o Bloco 15 por um semestre inteiro, com grande visibilidade na mídia local, forçando a reitoria a iniciar a sua conclusão. Já em 87, com a ocupação do Bloco 25, houve maior tensão e, de forma autoritária, o Reitor autorizou a Brigada a entrar lá alguns estudantes tiveram prisão decretada. Mas deu resultado: os estudantes foram libertados e o 25 concluído.

Como a cada inicio de semestre chegavam cada vez mais estudantes para morar na Casa, o pessoal tinha que se virar do jeito que desse, se amontoando nas salinhas dos blocos ou no apartamento de algum conhecido até conseguir a carência e uma vaga na CEU. Porém, em 1989 a situação passou dos limites: eram mais de 100 estudantes necessitando moradia! A solução encontrada não foi a de ocupar provisoriamente outro bloco de escombros, mas sim organizar uma ocupação permanente na União Universitária, que de um mero espaço recreativo para os mais abonados da universidade, passa a ser o principal meio de pressão para a conclusão da CEU II, um alojamento provisório. Na década de 90, sob a gestão do Reitor Odilon do Canto, após algumas mobilizações, reuniões e cobranças, consegue-se o término dos Blocos 24, 23, 22 e 21. O seu sucessor, o Reitor Paulo Jorge Sarkis, “eleito” por duas vezes, apesar de ter prometido em campanha terminar todos os blocos, foi apenas ante a pressão constante dos moradores da Casa e da União que se conquistou o término dos Blocos 40 e dos 31 e 32. Em 2006 tivemos o término do Bloco 33 e a maquiada externa dos Blocos 11 ao 15, que agora até parecem novos, mas é só por fora mesmo.Em 2007 o término dos Blocos 34 e 35 até fim de 2008 a reforma dos banheiros dos blocos 14 e 25, e a abertura de mais 2 laboratórios de informática na CEU.

Centro de Artes e Letras (CAL), 1961/

  • Entidade coletiva
  • 1961-09-13/

A Faculdade de Belas Artes, criada pela Lei n. 3.958, de 13/09/61, assinada pelo Presidente João Goulart ofertava os cursos de Música e Artes Plásticas.

Tinha por finalidade ministrar o ensino das artes visuais e auditivas e formar professores nesse ramo, oferecendo os seguintes cursos: Piano, Violino, Flauta, Canto, Professor de Educação Musical, Arte Decorativa, Pintura, Escultura, Artes Gráficas e Professorado de Desenho. Promoveu em 1969 o Concurso Nacional de Piano Villa Lobos, preparando o III que foi realizado em 1970, cujo vencedor recebeu Bolsa de Estudos em Paris.

Em 1970, pelo Estatuto da UFSM, aprovado pelo parecer n. 465/71 - Conselho Federal de Educação - CFE, as Faculdades e Institutos foram substituídos por oito (8) Unidades de Ensino, entre eles o Centro de Artes, que em 1978, a partir da Resolução n. 14/78-UFSM, passou a denominar-se Centro de Artes e Letras - CAL.

Em 1983, através da reformulação do estatuto da UFSM, foram incorporados ao Centro de Artes os Departamentos de Letras Clássicas, Filologia e Lingüística, Letras Estrangeiras Modernas e Letras Vernáculas e o Curso de Letras, dando origem ao atual Centro de Artes e Letras.
Para dar sustentação às atividades curriculares e extensionistas, o CAL possui órgãos suplementares e de apoio, como a Biblioteca Setorial e os Laboratórios de Línguas, Informática, Percussão e o Laboratório de Iniciação à Criatividade em Artes. Também são órgãos de apoio o Curso Extraordinário de Música para adultos e crianças, o Grupo de Percussão e o Coral.

Centro de Atendimento Complementar em Educação Especial

  • Entidade coletiva
  • 1982/

O Centro de Atendimento Complementar em Educação Especial (CACEE) foi inaugurado em 1982, como produto de um convênio entre a Fundação Rio-Grandense de Atendimento ao Excepcional (FAERS), a 8ª Delegacia de Educação e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa veio da necessidade de reformulação e ampliação do Serviço de Atendimento Complementar ao Deficiente Auditivo (SACDA) e tinha o objetivo de realizar estudos bio-psico-sociais e pedagógicos em alunos usuários de atendimento especializado e fornecer orientações para pais e professores visando melhor desenvolvimento e aprendizagem das crianças. O CACEE foi administrado pelo Centro de Educação e o atendimento era realizado por meio de professores, técnicos e alunos estagiários do Curso de Educação Especial.

Centro de Ciências Rurais (CCR), 1970/

  • Entidade coletiva
  • 1970/

As faculdades de Agronomia e Medicina Veterinária da UFSM foram criadas em 30 de junho de 1961.
Nove anos depois, em 31 de agosto de 1970 foram criados os cursos de Engenharia Florestal e Zootecnia.
No dia 05 de junho de 1971, o parecer 465-71 - CSE aprovou novo Estatuto e reestruturou a Universidade Federal de Santa Maria, criando os Centros de Ensino. Desta forma surgiu o Centro de Ciências Rurais, que contava inicialmente com estes quatro cursos.
Em 2008, foi criado o curso de Graduação Tecnológica em Agricultura Familiar e Sustentabilidade na modalidade à Distância pela Universidade Aberta do Brasil.
Já em 2009, as expansões provocadas pelo Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) criaram o Curso Superior de Tecnologia em Alimentos que se integrou ao Centro.
Hoje, o CCR conta com 175 servidores Técnico-administrativos em Educação, 186 Docentes e mais de três mil e trezentos alunos distribuídos nos cursos de graduação e pós-graduação.

Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), 1969/

  • Entidade coletiva
  • 1969/

Em abril de 1967, o Reitor Mariano esteve com o Ministro Tarso Dutra, a quem solicitou recursos do MEC para construir parte do edifício da Faculdade de Educação Física.
As plantas do referido prédio previram a construção de três blocos, que seriam erguidos para acolher a Faculdade, com salas de aula, setores administrativos e outros e, na parte da cobertura, de concreto armado, teriam as arquibancadas para assistir às competições no grande estádio esportivo. Os blocos, uma vez construídos, formariam uma “ferradura” no contorno oeste, sul e leste do Estádio.
Em 1° de outubro de 1969, o Conselho Universitário criou a Faculdade de Educação Física. Em 14 de maio do ano seguinte (1970), foi instalada a Escola e logo iniciou seu funcionamento.
O primeiro Decano (denominação inicial) do Centro de Educação Física e Desportos foi o Coronel Milo Darci Aita, que obteve meios financeiros da Loteria Esportiva para a construção de parte do Estádio de Esportes Tarso Dutra.

Centro de Tecnologia (CT), 1960/

  • Entidade coletiva
  • 1960/

O Centro de Tecnologia (CT) teve sua origem no Centro Politécnico, fundado em 30 de junho de 1960, pela Associação Santa-mariense Pró-Ensino Superior (ASPES). Em dezembro do mesmo ano, foi criada a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), surgia assim o Instituto Politécnico do Centro Politécnico, como unidade pertencente à estrutura da UFSM.

A partir da criação da Nova Universidade, pretendia-se naquele instante, iniciar com a implantação do Curso de Engenharia Elétrica, que posteriormente evoluiu para a instalação conjunta do Curso de Engenharia Civil. Em 13 de setembro de 1961, passou a chamar-se Faculdade Politécnica, sendo que em fevereiro de 1962 foi realizado o primeiro vestibular.

Com a aprovação, em 12 de fevereiro de 1970, do plano de reestruturação da UFSM a Faculdade Politécnica foi então transformada em Centro de Tecnologia.

Hoje, agrega seis Cursos de Graduação, cinco Programas de Pós-Graduação, onze departamentos, que atendem aos Cursos de Graduação e aos Programas de Pós-Graduação, inclusive prestando serviços para outros Centros de Ensino, doze grupos de pesquisa, dois grupos de Programas de Ensino Tutorial (PET) e a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM), tendo como missão promover ensino, pesquisa e extensão, formando lideranças capazes de auxiliar no desenvolvimento da sociedade.

Para dar suporte às atividades desenvolvidas, o Centro de Tecnologia conta ainda com Assessoria de Comunicação, Biblioteca Setorial, Gabinete de Projetos, Salas Informatizadas e dezesseis laboratórios.

A área física do Centro de Tecnologia, onde estão localizados as coordenações de cursos, departamentos, grupos de pesquisas, laboratórios, e outros órgãos auxiliares está distribuída nos prédios 7 e 10, além do prédio da Biblioteca Central (onde está o Curso de Arquitetura e Urbanismo) e o prédio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE (onde está o Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria - LACESM) e o prédio específico onde funciona a Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM).

Centro Politécnico

  • Entidade coletiva
  • 1960-06-30/1961-09-13

Fundado em 30 de junho de 1960, pela Associação Santamariense Pró-Ensino Superior (ASPES). Em 13 de setembro de 1961, passou a chamar-se Faculdade Politécnica, sendo que em fevereiro de 1962 foi realizado o primeiro vestibular.

Centro Rural Universitário de Treinamento e Ação Comunitária (CRUTAC)

  • Entidade coletiva
  • 1972 - 1979

O Centro Rural Universitário de Treinamento e Ação Comunitária (CRUTAC) nasceu em 1965 e objetivava um treinamento de estudantes, concluentes dos cursos de graduação das universidades, à ser realizado nas áreas rurais. Na UFSM o CRUTAC foi instalado em 29 de junho de 1972, sob a coordenação de Valter Antoninho Bianchini. Sua criação foi aprovada pela 163ª sessão plenária do CONSU, em 22 de outubro de 1972. Vinculado a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), funcionava na sala 939, no 9º andar do prédio da Administração Central. O órgão executor do convênio com o CRUTAC na UFSM foi o Núcleo de Integração e Desenvolvimento (NID), adscrito a PRE. Em novembro de 1973, o prof. Eduardo Perceverano Peres Nogueira, assessor técnico do CRUTAC apresentou comunicação no II Encontro Nacional de Programas CRUTAC. Nos anos de 1975 e 1976 atuou na área dos municípios da Associação dos Municípios do Vale do Jaguari - AMJAGUARI, que congrega 10 municípios, com prioridade nos municípios de São Pedro do Sul, Júlio de Castilhos e Tupanciretã. A meta s er alcançada foi a de treinar alunos dos Cursos de Agronomia, Veterinária, Engenharia Florestal, Medicina, Zootecnia, Enferamgem, Farmácia e Bioquímica, Odontologia, Administração, Engenharia Civil, Artes e outros.

Cine Glória

  • Entidade coletiva
  • 1959-08-11/1997-12

Em 11 de agosto de 1959, foi inaugurado o Cine Glória, um cinema sem palco. O Cine Glória foi o último cinema de calçada de Santa Maria, tendo encerrado suas atividades em
1997.

Colégio Agrícola de Alegrete, 1970/

  • Entidade coletiva
  • 1970/

Compõem a rede de Ensino Médio da UFSM os seguintes Colégios Integrados de Aplicação:
Agrícola de Alegrete, Agrícola de Frederico Westphalen, Agrícola de São Vicente do Sul, Agrícola de Santa Maria, Industrial de Santa Maria e Industrial de Irai. No ano de 1971 os seguintes Colégios possuíam regime de internato: Alegrete, São Vicente do Sul, Frederico Westphalen. Nos colégios agrícolas, tiveram destaque as culturas de feijão, trigo, soja, mandioca, cana de açúcar e produtos do setor de horticultura, como cenoura, repolho, ervilha, pepino, etc. Igualmente verificaram-se resultados nos setores de suinocultura, avicultura, apicultura e bovinocultura.

Em 1970 o total de alunos era de 218, sendo 34 cursando a 4ª série ginasial e 184 o curso técnico. A partir de 1971, funcionou apenas o Curso Técnico. O prédio possui entre outras dependências, salas de aula, almoxarifado e alojamento para os estudantes internos, biblioteca, prédios das máquinas e tratores.

Colégio Agrícola de Frederico Westphalen (CAFW), 1957/

  • Entidade coletiva
  • 1957/

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen - CAFW é uma unidade básica de ensino da Universidade Federal de Santa Maria, vinculada à Coordenadoria de Ensino Médio e Tecnológico. A instituição tem por finalidade oferecer ensino profissional técnico e tecnológico para alunos de ambos os sexos, em regime de externato, semi-internato e internato.

A instituição foi criada pela Lei nº 3.215, de 19 de julho de 1957, denominada, inicialmente Escola de Iniciação Agrícola de Frederico Westphalen. Na época, foi vinculada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, conforme Diário Oficial de 23 de julho de 1957. Pelo Decreto nº 60.731, de 19 de maio de 1967, é transferido do Ministério da Agricultura para a Diretoria do Ensino Agrícola (DEA) do Ministério da Educação e Cultura. O estabelecimento abriu suas portas no dia 11 de abril de 1966 como Ginásio Agrícola, quando recebeu a primeira turma. Foi incorporado à Universidade Federal de Santa Maria através do Decreto nº 62.178, de 25 de janeiro de 1968, transformando-se em Colégio Agrícola. Pelo Decreto nº 64.827, de 16 de julho de 1969, é estabelecido que a orientação Didático-Pedagógica seria exercida pela Universidade Federal de Santa Maria. Pelo Decreto Lei nº 627, de 13 de junho de 1969, o quadro de pessoal pertencente ao Ministério da Educação e Cultura, lotado no Colégio Agrícola de Frederico Westphalen é transferido para a Universidade Federal de Santa Maria.

O Colégio Agrícola de Frederico Westphalen, de 1966 a 1997 sempre ofereceu o ensino na área agrícola. Em decorrência de exigências da LDB, a partir de 1997, o nome do curso mudou de Curso Técnico em Agropecuária para Curso Técnico Agrícola com habilitação Plena em Agropecuária, conforme ata do Colegiado de nº 02/97, de 1º de abril de 1997, baseada na normativa 044/92 do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia.
Em 03 de agosto de 1998, o Colégio Agrícola iniciou dois cursos novos: o Curso Técnico em Informática e o Curso Técnico Agrícola com Habilitação em Agroindústria.
Os cursos foram aprovados pelas Portarias de nº 41 e 42, respectivamente, de 03 de agosto de 1998, publicada no Diário Oficial da União do dia 04 de agosto de 1998 e reconhecida pela Portaria nº 103 de 29/12/1999, processo 23000.017310 de 13/12/1999. O Curso Técnico em Informática foi reconhecido pela portaria de nº 4 de 12/01/2000 e processo nº 23000.017308/99. O Curso Técnico Agrícola com habilitação em agroindústria foi reconhecido pela portaria de nº 102 de 29/12 1999 e processo de nº 23000.017310.

Em 1996, com a nova LDB nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, novas bases para a Educação Nacional são estabelecidas. Nesse sentido o Colégio Agrícola passa a implantar a Reforma e separar o ensino Médio da Educação Profissional. A partir de 2000, se iniciou a Reforma da Educação Profissional e do Ensino Médio para atender a Legislação vigente.

Em agosto de 2002, iniciou-se o Curso Técnico em Química com Habilitação em Carnes e Derivados. A partir de 2003, após a implantação da reforma da Educação Profissional, os cursos sofreram alterações nos seus planos de curso sendo denominados da seguinte forma: Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agricultura, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Pecuária, Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agroecologia, Técnico Agroindustrial na área profissional da Agropecuária, Técnico em Informática na área profissional da Informática.
Em março de 2003 o CAFW recebe a primeira turma do Curso de Técnico em Agropecuária com Habilitação em Agropecuária com funcionamento noturno e duração de 2 anos.

Em 2007, foi implantado o PROEJA – Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos – atendendo ao Decreto Federal nº 5.480 de 13 de julho de 2006.
Em agosto de 2009, o CAFW abre suas portas para as primeiras turmas dos Cursos Superiores. A partir de então a instituição passa a oferecer o Curso Superior em Tecnologia de Alimentos e o Curso Superior em Sistemas para Internet.

Colégio Politécnico da UFSM, 1961/

  • Entidade coletiva
  • 1961/

O Colégio Agrícola de Santa Maria foi fundado em 1961. Com a reestruturação...
(INSERIR A TRANSIÇÃO DE COLÉGIO AGRÍCOLA PARA POLITÉCNICO)
A estrutura organizacional do Colégio Politécnico da UFSM é composta pelo Colegiado, Direção, Departamentos (Departamento de Ensino, Departamento de Administração e Departamento de Pesquisa e Extensão), pelas Coordenações de Curso, Secretarias e Setores. Os Departamentos, Secretarias e Setores são equipados segundo suas especificidades, exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. O Colégio conta com uma Cooperativa Escola que se destina a proporcionar aos educandos conhecimentos e vivências sobre o sistema cooperativista.

O Colégio Politécnico da UFSM dispõe de uma área de 192,87 hectares, sobre a qual existem edificações totalizando 7.986,92 m² que compreendem: aviários, galpões para máquinas, oficinas, apiários, estábulos, depósitos, salas ambientes, salas de aula, laboratórios de ciências físicas, químicas, biológicas, informática; biblioteca, área de lazer e de circulação, sanitários, salas de professores, anfiteatro, almoxarifado, sala da Cooperativa-Escola, salas administrativas, cozinha, agroindústria, entre outros.

Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), 1967/

  • Entidade coletiva
  • 04-04-1967/

É constituído por um conjunto de 3 blocos de um pavimento único, abrangendo uma área de 1600 m². No bloco leste, estão situadas as salas de aula e laboratórios, no central, situa-se a parte administrativa com biblioteca, secretaria, sala do diretor e professores. Ligando estes 2 blocos acha-se os sanitários feminino e masculino. Na parte posterior oeste, acham-se o pavilhão e o industrial com oficinas e a cantina. Entre os pavilhões existem 2 áreas internas ajardinadas e na fachada sul encontra-se uma cx dágua elevada com 18 m de altura e com capacidade para 30.000 litros. Este conjunto encontra-se na Cidade Universitária, à direita da Avenida Principal.

Conselho Universitário

  • Entidade coletiva
  • 1961 (criação)

A Secretaria dos Conselhos atende às demandas dos órgãos colegiados da UFSM. O Conselho Universitário (CONSU) é o Colegiado Máximo de deliberação coletiva para assuntos administrativos e de definição da política geral da UFSM. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) é o órgão superior deliberativo e consultivo da UFSM, para todos os assuntos de Ensino, Pesquisa e Extensão. O Conselho de Curadores é o órgão deliberativo responsável pela fiscalização e controle econômico-financeiro da UFSM.
As reuniões desses conselhos são gravadas e posteriormente transcritas e assinadas. A primeira mídia utilizada (até 1995) foi a fita magnética em rolo (516 fitas em poliéster e ferro). Predominam os formatos em ferro LH HiFi LP35 90min., e as fitas de poliéster em carretel 178mm. As fitas estão acondicionadas na embalagem original em papelão ou plástico que estão agrupadas em caixas arquivo de polionda azul, ordenadas cronologicamente, em estantes de aço no arquivo deslizante localizado no subsolo do prédio 47. O forte odor de vinagre, característico da deterioração provocada pela hidrólise (a fita fica deformada e ilegível) é perceptível no acervo, bem como a poeira que impregnou o material acondicionado por muito tempo em local impróprio, antes do recolhimento. Esses sinais indicam a necessidade urgente de uma ação de restauração e preservação dessa documentação, justificando a elaboração de um projeto detalhado das ações específicas a serem executadas.
Posteriormente, no período de 1995 a 2010, foram utilizadas as fitas cassete, que contém o registro em áudio, das reuniões do Conselho de Curadores, CONSU e CEPE. São cerca de 1.550 fitas acondicionadas em embalagem própria, de acrílico, armazenadas em um arquivo de aço de 6 gavetas, na Secretaria dos Conselhos.

Cooperativa de Estudantes de Santa Maria (CESMA) 1978/

  • Entidade coletiva
  • 1978/

Fundada em junho de 1978 por um grupo de estudantes, no ano de 2018 contava com mais de 40 mil associados. Sua primeira sede foi uma sala no Curso de Agronomia, depois o garajão da UFSM e após construíram um prédio de quatro andares na Rua Professor Braga. Em reunião do Conselho em 02 de setembro de 2017 decidiu abrir o fornecimento aos não associados. Promove e apoia vários projetos culturais, o Cineclube Lanterninha Aurélio, que nasceu junto com a Cooperativa, o Santa Maria Vídeo e Cinema, Cesma in Blues, Feira do Livro de Santa Maria, entre outros.

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

  • Entidade coletiva
  • 1951/

A Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual Capes) foi criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, com o objetivo de "assegurar a existência de pessoal especializado em quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país". Era o início do segundo governo Vargas, e a retomada do projeto de construção de uma nação desenvolvida e independente era palavra de ordem. A industrialização pesada e a complexidade da administração pública trouxeram à tona a necessidade urgente de formação de especialistas e pesquisadores nos mais diversos ramos de atividade: de cientistas qualificados em física, matemática e química a técnicos em finanças e pesquisadores sociais. O professor Anísio Spínola Teixeira é designado secretário-geral da Comissão. Em 1961, a Capes subordina-se diretamente à Presidência da República. Com a ascensão militar em 1964, o professor Anísio Teixeira deixa seu cargo e uma nova diretoria assume a Capes, que volta a se subordinar ao Ministério da Educação e Cultura. A Capes é reconhecida como órgão responsável pela elaboração do Plano Nacional de Pós-Graduação Stricto Sensu, em 1981, pelo Decreto nº 86.791. É também reconhecida como Agência Executiva do Ministério da Educação e Cultura junto ao sistema nacional de Ciência e Tecnologia, cabendo-lhe elaborar, avaliar, acompanhar e coordenar as atividades relativas ao ensino superior. Com a nova mudança de governo, em 1995, a Capes passa por uma reestruturação, fortalecida como instituição responsável pelo acompanhamento e avaliação dos cursos de pós-graduação stricto sensu brasileiros. Naquele ano, o sistema de pós-graduação ultrapassa a marca dos mil cursos de mestrado e dos 600 de doutorado, envolvendo mais de 60 mil alunos.

Coordenadoria de Comunicação Social

  • Entidade coletiva
  • 1998

A Coordenadoria de Comunicação Social foi criada oficialmente na estrutura organizacional da Universidade Federal de Santa Maria pela RCU 016/98 de 30/12/1998, Parecer 013/98 da 570º reunião da Comissão de Legislação e Regimentos. Esse ato também determinou a criação das estruturas da Imprensa Universitária e Rádio Universidade.
A origem desse órgão remonta a 1962, quando foi criado o Departamento de Divulgação, Intercâmbio e Extensão Cultural, subordinado à Reitoria. Em 1971, a nomenclatura foi alterada para Departamento de Comunicação, ainda subordinado à Reitoria, pelo Parecer 465/71, do Conselho Federal de Educação. Em 1973 esse órgão foi desativado pelo Parecer 41/73 da sessão 189 do Conselho Universitário. Somente em 1978 a Resolução UFSM nº 17 criou o Departamento de Divulgação, que abarcava as funções do extinto Departamento de Comunicação. Esse Departamento contava com duas unidades: a Divisão de Imprensa Universitária e a Divisão Rádio Universidade. Sendo que na Divisão de Imprensa Universitária, em 1981, pela Resolução UFSM nº 117, foi criado o Setor Editorial que, logo em 1982, pela Resolução UFSM nº 016, tornou-se, oficialmente, a Divisão Editorial.
Em 1987, a Resolução UFSM nº 025 desativa o Departamento de Divulgação. Dessa forma os setores que formavam a Divisão Editorial foram reencaminhados. O Setor Editorial ficou vinculado à Reitoria e o Setor Fotográfico e de Relações Públicas ficou vinculado ao Gabinete do Reitor.
Em 1988, o Regimento Geral da Reitoria transforma em órgão suplementar central a Divisão de Imprensa Universitária, a Divisão Rádio Universidade e a Divisão Editorial permanece até 1998, com a criação da Coordenadoria de Comunicação Social pela RCU 016/98 de 30/12/1998, Parecer 013/98 da 570º reunião da Comissão de Legislação e Regimentos.

Curso de Graduação em Engenharia Florestal da UFSM, 1970/

  • Entidade coletiva
  • 1970/

Em dezembro de 1970, o Conselho Universitário aprovou a instalação e funcionamento do Curso junto ao Centro de Ciências Rurais. A aprovação ocorreu por solicitação e explanação de motivos do Engenheiro Florestal José Sales Mariano da Rocha que encaminhou ao Reitor o pedido de criação do Curso, que teve início em 1971.

Escola Agrotécnica

  • Entidade coletiva
  • 1961-01-24/1962

Foi criada em 24 de janeiro de 1961 com denominação de Escola Agrotécnica de Santa Maria, subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinária. Em 1962, altera-se a organização do Colégio, quando o curso colegial passa a funcionar no Centro Agrotécnico de Santa Maria. Em 1968, a administração da entidade é transferida para a Universidade Federal de Santa Maria, e seu nome muda novamente, passando então a ser Colégio Agrícola de Santa Maria. Em 2006, passou a ser Colégio Politécnico, nome que carrega atualmente.

Escolinha de Natação

  • Entidade coletiva

Em 1976 a Escolinha de Natação do Centro de Educação Física (CEF) da UFSM possuía cento e setenta alunos menores de doze anos que recebiam aulas de natação. A escolinha funcionava por um convênio do Centro com a Associação Santamariense de Apoio à Educação Física e Esportes (ASAESE). A partir de maio de 1977 teve inicio a Equipe de Natação do Projeto Desporto de Alto Nível da UFSM, tendo como atletas as crianças da escolinha e de um trabalho desenvolvido durante o Curso de Técnicas Desportivas em Natação. O desporto de alto nível visava um treinamento a longo prazo, para que o atleta pudesse desenvolver todas as potencialidades dentro do esporte. Nos três primeiros anos de existência a equipe já havia participado de 32 competições estaduais e quatro de nível nacional.

Escritório de Obras

  • Entidade coletiva
  • 1964 até hoje

Construído para receber o Reitor, acolher visitantes e discutir assuntos pertinentes ao desenvolvimento das obras da Cidade Universitária. Foi a primeira Reitoria que, além de acolher o Reitor e Visitantes servia também como Escritório de Obras.

Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (FACEM), 1955/1960

  • Entidade coletiva
  • 1955-05-16/

A Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira – FACEM foi fundada no dia 16 de maio de 1955, o curso foi o primeiro de nível universitário no Rio Grande do Sul. Em 31/05/55 ocorreu a instalação da FACEM (Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira)e reconhecida pelo Decreto n. º 41.570 de 27 de maio de 1957. Foi agregada à Universidade Federal de Santa Maria, pela Lei n. º 3.384 – C, de 14 de dezembro de 1960.

Mantinha além do curso de graduação em Enfermagem e Obstetrícia, o curso profissionalizante de Auxiliar de Enfermagem e Técnico de Enfermagem.

Faculdade de Farmácia de Santa Maria (FFSM), 1931/1960

  • Entidade coletiva
  • 1931-09-30/1960-12-14

Em 30/09/1931 foi criada a Faculdade de Farmácia de Santa Maria. O primeiro prédio onde funcionou a Faculdade localizava-se na Avenida Rio Branco, 842 (atualmente esse prédio não existe mais), no centro da cidade, próximo à Catedral Diocesana. Depois mudou para o n° 863 também na Avenida Rio Branco.
O ato de reconhecimento do curso de Farmácia, da Faculdade de Farmácia de Santa Maria, pelo Decreto Estadual nº 5.647/34, ratificado pelo Decreto Federal nº 9.586/42, de 02/07/1942, ocorreu em 13/07/1934.
A formatura da primeira turma do curso de Farmácia, no Salão Nobre da Sociedade União dos Caixeiros Viajantes ocorreu em 09/05/1935.
Em 08/04/1943 foi criado o Diretório Acadêmico dos Estudantes de Farmácia, primeiro da cidade.
Em 04/12/1948, os cursos de Farmácia, de Santa Maria, e de Direito e Odontologia, de Pelotas, são agregados a Universidade de Porto Alegre, que passa a ser denominada Universidade do Rio Grande do Sul.
A aprovação da incorporação da Faculdade de Farmácia de Santa Maria à Universidade do Rio Grande do Sul, se deu pela Lei 1.166/50, de 27/07/1950.
Em 19/06/1952, houve a integração da Faculdade de Farmácia de Santa Maria ao Estatuto da Universidade do Rio Grande do Sul.
Em 23/10/1952, foi lançada a pedra fundamental do edifício-sede da então Faculdade de Farmácia de Santa Maria, na Rua Floriano Peixoto, 1.184. No prédio conhecido como “Antiga Reitoria”.

Faculdade de Medicina, 1956/1960

  • Entidade coletiva
  • 1954-03-10/

1951
Mariano da Rocha Filho funda a Associação Médica do Rio Grande do Sul, AMRIGS, e é seu primeiro vice-presidente.
1952
Lançada a pedra fundamental da primeira construção da UFSM (prédios das Faculdades de Farmácia e Medicina), na esquina das ruas Floriano Peixoto e Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria.
1954
Fazendo parte do Conselho Universitário da UFRGS, Mariano da Rocha obteve, em março, a autorização para o funcionamento do curso de Medicina, anexo à Faculdade de Farmácia, contando com o apoio dos excedentes da Faculdade de Medicina da UFRGS. Em dezembro, consegue a autorização para o funcionamento da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas, com o apoio dos contabilistas de Santa Maria e da Congregação dos Irmãos Maristas, que aceitou ser a entidade mantenedora. No mesmo ano, é criada, também sob o auspício da ASPES, a Faculdade de Filosofia, cuja primeira direção é formada pelo professor José Pinto de Moraes, ocupando o cargo de diretor, e Irmã Consuelo, como vice-diretora representando as Irmãs Franciscanas, entidade mantenedora.
Em 19/05, início oficial das aulas do curso de Medicina de Santa Maria.
Em 24/05, fundação do Centro dos Estudantes de Medicina de Santa Maria.
1956
Criação da Faculdade de Medicina, que até então havia funcionado como curso anexo à Faculdade de Farmácia.
1958
Introduzida na Faculdade de Medicina da UFSM a televisão em circuito fechado no ensino da cirurgia na América do Sul. JMRF promove ampla e vitoriosa campanha, em Santa Maria no Rio Grande do Sul, para a aquisição do primeiro microscópio eletrônico instalado em uma universidade latino-americana.
1960
Em 04 de janeiro ocorre a formatura da primeira turma da faculdade de medicina, nas dependências do cine-teatro Glória. E em 14 de dezembro, Mariano da Rocha Filho consegue a criação da Universidade de Santa Maria (USM) reunindo as faculdades já em atividade.
Em 10/09 Instalação do Centro Acadêmico da Medicina.
1975
Ato de reconhecimento, nos termos do Parecer n. 2.056/75/CFE, por ter sido criado pela Lei n. 2.712/56.
2008
Portaria n. 728/2008/MEC, publicada no DOU, de 24/10/2008.

Faculdade Interamericana de Educação, 1970/

  • Entidade coletiva
  • 1970-10-25/

NA 5ª Reunião do Conselho Interamericano de Cultura, conseguiu-se a aprovação do Projeto da Faculdade Interamericana de Educação, que ocorreu em Maracay, Venezuela, com a presença do Ministro da Educação e Cultura Tarso de Moraes Dutra, como membro da delegação brasileira, resultou a aprovação do 1º curso de pós-graduação, colocando a UFSM em destaque internacional.

Foi o Dr. Tarso de Moraes Dutra foi quem indicou a UFSM para ser a primeira faculdade de caráter Multinacional em pós-graduação. A faculdade recebeu alunos-mestres de 11 Países Americanos. O Reitor, professor José Mariano da Rocha Filho com a colaboração do Coronel Milo Darci Aita instalaram oficialmente o curso em 27 de janeiro de 1970. Em quatro de fevereiro de 1970 o professor Dr. Francisco Céspedes, Diretor de Departamento de Assuntos Educativos da Organização dos Estados Americanos ministrou a aula inaugural do curso.

A Faculdade Interamericana de Educação tinha como objetivo a formação de técnicos da educação e administradores escolares em nível de pós-graduação, fornecendo-lhes possibilidades teorias e praticas de estudo concentrado de ciências e técnicas pedagógicas, assim estimulando pesquisas educacionais e treinamento de pesquisadores, gerando recursos humanos qualificados aos países Latino-Americanos. Promover o intercambio de diversos paises das Américas. Gerar 30 bolsistas de Países como Brasil, México, Chile, El Salvador, Nicarágua, Uruguai, Haiti, Barbados, Trinidad, Tobago, Colômbia, Paraguai, Estados Unidos da América do Norte, Republica Dominicana, Honduras, Peru, Argentina, Guatemala, Costa Rica, Bolívia, Panamá, Venezuela sendo dessas 30 bolsas 9 brasileiras.

No encerramento do primeiro período da faculdade foram apresentados 28 trabalhos, e destes 17 teses foram defendidas e aprovadas.

No início de março de 1968, a UFSM passou a sediar a Faculdade Interamericana de Educação. As atividades do Curso de Pós-graduação para Pessoal Especializado em educação tiveram início a 26 de janeiro de 1970.

Em seu segundo ano de funcionamento, a F.I.E ofereceu trinta vagas, sendo quinze destinadas a candidatos de países latino-americanos membros da OEA, e quinze reservadas a candidatos brasileiros. O curso, iniciado a 1º de março, teve a aula inaugural proferida,à 14 de abril, pelo Sr. Ministro da Educação e Cultura, Cel Jarbas Gonçalves Passarinho E Teve a duração de 10 meses e 20 dias.

Grupo Universitário Latino americano de Estudos para a Reforma e Aperfeiçoamento da Educação (GULERPE), 1965/

  • Entidade coletiva
  • 1965/

O grupo se reuniu em 1965, 1966 e 1967. Respectivamente nas cidades de Guadalajara, Cali e Vinã del Mar. A 4º Reunião do GULERPE realizou-se em Santa Maria/RS/Brasil dos dias 11 a 17 de abril de 1971, organizada pela UFSM. O grupo esteve constituído de reitores, professores ou representantes de Universidades do México, Chile, Costa Rica, Estados Unidos, Nicarágua, Peru, Argentina, El Salvador, Guatemala, Paraguai, da quase totalidade das Universidades no Brasil bem como, de enviados especiais representando os órgãos governamentais e entidades internacionais. Também esteve presente, para fazer pronunciamentos sobre a educação brasileira o Ministro Jarbas Passarinho.

O reitor José Mariano da Rocha apresentou a tese “Ação da Universidade no Desenvolvimento de sua área Geo-educacional”, e o professor Carlos Monge Alfaro, da Costa Rica, apresentou a tese “Influencia da Universidade na sua área geo-educativa”. A tese Brasileira diz que “é preciso disciplinar a atuação das Universidades e incorpora-las de forma definitiva no movimento de grande amplitude que o Brasil vem compreendendo para o desenvolvimento”. O trabalho do professor costarriquenho consta a realidade social, econômica e educacional da Costa Rica, que também encara a educação como “sinônimo de desenvolvimento e necessário”.

Como temática para análise e debates da 4º Reunião do GULERPE foram selecionados os seguintes assuntos: a) A ação da Universidade no desenvolvimento de sua área geo-educacional, dentre elas as extensões universitárias, colégios integrados e outros; b) Administração do Pessoal Docente.

A 4ª Reunião do GULERPE ampliou a projeção da UFSM nas Américas. Os temas debatidos na reunião consagraram a UFSM pela liderança na promoção de assuntos vinculados a regiões Geo-educacionais, extensões universitária, colégios integrados e outros que, desde a implantação da universidade, pautaram o caminho trilhado pelo Reitor Mariano. Nesta mesma reunião foi inaugurada, no recinto do encontro uma placa comemorativa ao evento. Após aquele espaço passou a chamar-se “sala GULERPE”.

Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), 1954/

  • Entidade coletiva
  • 1954/

O Hospital Universitário teve sua origem no ano de 1954 com a autorização do Diretor Estadual de Saúde para a construção do Hospital de Alienados. Em 28/12/1964 a ASPES doou à USM o Hospital de Tisiologia ou Hospital Regional de Tuberculose e o Hospital de Alienados (atual Hospital Psiquiátrico).

Em 1970 foi criado o Departamento de Administração Hospitalar/DAH, responsável pela administração do Hospital Universitário - Setor Centro, Setor Cidade Universitária, Setor Psiquiátrico e Hospital de Clínicas Veterinárias, incluindo o Biotério, de acordo com o Estatuto da UFSM/70 aprovado pelo Parecer n. 465/71-CFE, e pelo Regimento Interno da UFSM/72.

A Resolução n. 089/80 altera a denominação do Departamento de Administração Hospitalar para Hospital Universitário/HUSM, alterando sua estrutura interna. O HUSM passa a ser Órgão Suplementar Central, vinculado diretamente à Reitoria de acordo com a Resolução n. 03/94, de 30/03/94, aprovado pelo Parecer n. 05/94 - CONSU.

No início da obra do Hospital Universitário no campus, em fevereiro de 1970, a previsão de área total era 21.360 m², com capacidade para 450 leitos, possuindo sete pavimentos com oito salas de cirurgia. Situado no Centro Médico, junto à Avenida Principal da Cidade Universitária, foi inaugurado no dia 06 de outubro de 1982.

Atualmente o Hospital Universitário de Santa Maria serve como base de atendimento primário dos bairros que o cercam; para o atendimento secundário à população no município-sede e para o atendimento terciário da região centro e fronteira gaúcha. Tem sido referenciado até fora do Estado pela alta complexidade no tratamento de oncologia, incluindo transplantes de medula óssea. O hospital se constitui em centro de ensino e pesquisa no âmbito das ciências da saúde, centro de programação e manutenção de ações voltadas à saúde das comunidades local e regional, desenvolve programas específicos à comunidade devidamente integrado à rede regional de saúde. Também presta serviços assistenciais em todas as especialidades médicas, e serve de treinamento para alunos de graduação e pós-graduação em Medicina, Residência Médica, e de graduação em Farmácia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Enfermagem.
Em 2002, foi inaugurado o Pronto-Socorro Regional, aumentando sua capacidade para quarenta leitos, preenchendo, dessa forma, importante lacuna na assistência terciária, no ensino e educação permanente dos profissionais da rede do SUS, além de oportunizar linhas de pesquisa.

<b>Fonte Consultada:</b>
Fundos documentais UFSM. Disponível em:< http://w3.ufsm.br/dag/index.php?p=7&f=x>.
Acesso em 14 out. 2011

UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 1970, p. 177 - 178.

UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 1970, p. 182 – 183.

UFSM. Breve Histórico da Instituição.
Disponível em: http://sucuri.ufsm.br/_outros/historico_index.php>. Acesso em 05 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana em 25 ago. 2011, 14 out. 2011

Hospital Veterinário Universitário da UFSM (HV), 1973/

  • Entidade coletiva
  • 1973/

Em 1971, a descrição do projeto previa a construção do conjunto que formariam o Hospital Veterinário, localizado fora da zona urbana da Cidade Universitária e era composto de vários blocos independentes em um único pavimento com estruturas mistas de concreto e alvenaria. Os blocos são os seguintes: Bloco 01: Administração; Bloco 02: Pequenos animais; Bloco 03: Bovinos e Bloco 06: Necrotério.

<b>Fonte Consultada:</b>
UFSM, Universidade Federal de Santa Maria. Relatório 71. Santa Maria, 1971. p. 201.

<b>Pesquisa realizada por </b>
Fabiana Fontana.

IEPE - Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas

  • Entidade coletiva
  • 1957-09-26/

Fundado em 26/09/1957. Órgão vinculado à Faculdade de Economia. O instituto funcionava junto à Faculdade de Direito e a de Ciências Econômicas e começou vinculado as faculdades particulares, mas posteriormente passou para a UFSM. Junto ao IEPE funcionaram provisoriamente as primeiras atividades dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade.

Imprensa Universitária, 1970/

  • Entidade coletiva
  • 1970/

A Imprensa Universitária foi instituída pelo Estatuto da UFSM/62 com a denominação de Gráfica Universitária. Pelo Estatuto da UFSM/70 a denominação é alterada para Imprensa Universitária.
Em 21 de setembro de 1973, inauguração da atual sede da Imprensa Universitária.
Em 1978 foi absorvida pelo Departamento de Divulgação - DEDI, Resolução n. 017/78 e pela resolução n. 025/87 é vinculada a Reitoria sob a supervisão administrativa da PRA. A Imprensa Universitária é transformada em Órgão Suplementar Central da Reitoria, de acordo com o Regimento Geral da UFSM/88, subordinada à Pró-Reitoria de Administração/PRA.

Tem como finalidade principal o atendimento de serviços de impressão gráfica de toda a UFSM tais como: serviço de impressão de provas do Vestibular e do Peies, impressão de livros, revistas, jornais, cartazes, folders, convites em geral, cadernos didáticos, capas diversas, cartões de visitas e papelaria em geral. Estes serviços podem ser executados em, off-set, tipografia e laser (preto e branco e colorida). Para a execução de suas tarefas a Imprensa conta com 22 servidores técnico-administrativos e três bolsistas de trabalho.

A imprensa está localizada aos fundos do Colégio Técnico Industrial e do Núcleo de Educação Ipê Amarelo.

<b>Fonte Consultada:</b>
Fundos documentais UFSM. Disponível em:
< http://w3.ufsm.br/dag/index.php?p=7&f=s>. Acesso em 14 out. 2011.

Órgãos Suplementares Centrais. Imprensa Universitária. Disponível em:
< http://sucuri.ufsm.br/_admin/iu.php> acesso em 14 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fagundes Fontana

Instituto da Fala

  • Entidade coletiva
  • 1962/1970

Na década de 1960, o médico otorrinolaringologista e professor da Universidade Federal de Santa Maria Reinaldo Fernando Coser colaborou na abertura do Instituto da Fala na UFSM, que se destinava ao desenvolvimento do ensino, à pesquisa e à extensão na área da audição, fala e linguagem.

Instituto de Bromatologia

  • Entidade coletiva
  • 1965-05/

O Instituto de Bromatologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi instalado em maio de 1965. Teve como seu primeiro Diretor o Prof. Dr. Cyro Melo Schmitz. Sua finalidade era difundir os conhecimentos de Bromatologia nos cursos normais de formação, executar e publicar trabalhos de pesquisas pertinentes aos setores da área e manter intercambio cientifico com instituições congêneres nacionais e estrangeiras.

Instituto de Educação Olavo Bilac, 1901/

  • Entidade coletiva
  • 1901/

A história do Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) iniciou em 1901, há 110 anos atrás quando o então governador estadual, Borges de Medeiros, fundou o Colégio Distrital em Santa Maria, começando a funcionar em setembro do mesmo ano com três professores e 190 alunos. Cinco anos depois, o Colégio Distrital transformou-se em Escola Complementar, formando professores primários, e, no ano de 1910, as Escolas Complementares tornaram-se Colégio Elementares, contando apenas com ensino primário. Já no ano de 1916, houve criação do curso noturno destinado à alfabetização gratuita de adultos.

Admar Pozzobom enfatizou que a “Era Vargas” foi divisor de águas na história do país e também da instituição, pois, em 1932, aconteceu a formação da primeira turma de professores e, no ano de 1938, inauguração do prédio central com a denominação de denominada Olavo Bilac, em homenagem ao escritor brasileiro. Anos mais tarde, em 1962, quando Adelmo Simas Genro foi diretor do estabelecimento de ensino, o nome mudou para Instituto de Educação Olavo Bilac.
Atualmente, o Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac (IEEOB) é uma das poucas escolas que oferecem o curso Normal em nível médio e pós-médio, além de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Classe Especial e Ensino Médio Regular.

Localizado na rua Conde de Porto Alegre, 655 em Santa Maria.

<b>Fonte Consultada:</b>
Câmara de Vereadores de Santa Maria. Instituto de Educação Olavo Bilac recebe homenagem do Legislativo. Disponível em: < http://www.camara-sm.rs.gov.br/2010/?conteudo=noticia&id=675>. Acesso em 05 out. 2011.

<b>Pesquisa realizada por:</b>
Fabiana Fontana

Instituto de Higiene e Medicina Preventiva

  • Entidade coletiva
  • 1960/

Criado com o intuito de auxiliar os cursos da saúde, educação física, biologia, medicina veterinária e odontologia. Posteriormente, em 1979, passou a denominar-se Departamento de Saúde na Comunidade, orientando os alunos a problemas relacionados à área do campo sanitário, enfatizando o aspecto da saúde pública.
Em 2017 passou a denominar-se Departamento de Saúde Coletiva e atende os cursos de Farmácia, Medicina, Fonoaudiologia, Enfermagem e Educação Física.

Instituto de Preservação do Patrimônio Cultural de Santa Maria e Região

  • Entidade coletiva
  • 1983/1997

O Instituto de Preservação da Memória Cultural de Santa Maria e Região – IPREMEC, teve suas primeiras tratativas de criação com reuniões feitas no Centro de Ciências Sociais e Humanas – CCSH/UFSM. Criado oficialmente pelo Parecer n. 19/83 – CEPE, de 28/12/1983 e Resolução n. 02/84, como órgão suplementar central, vinculado a Reitoria. Em 1988 pelo Regimento Geral da UFSM/88, artigo 16, parágrafo único, o IPREMEC passa à supervisão administrativa da Pró-Reitoria de Extensão. Sua estrutura formada pela Direção e oito (8) Gabinetes, que atuam em áreas específicas, que são: GABINETE DE ANTROPOLOGIA, GABINETE DE ARQUITETURA E URBANISMO, GABINETE DE ARTE E CULTURA POPULAR, GABINETE DE CIÊNCIAS NATURAIS, GABINETE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, GABINETE DE DOCUMENTAÇÃO, GABINETE DE HISTÓRIA e GABINETE DE MUSEOLOGIA. Mediante a Resolução nº 012/90, o IPREMEC assume a direção da Sala de Exposições ”Hélios Homero Bernardi” e a responsabilidade sobre o acervo artístico da UFSM. O IPREMEC teve por objetivo estimular, promover e realizar o estudo, a pesquisa, a seleção, a catalogação, a divulgação o tombamento, a conservação e a preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico de Santa Maria e Região. O Instituto foi desativado em 1997, quando ocorreu o corte de funções comissionadas e gratificadas por determinação do MEC.

Instituto de Zootecnia

  • Entidade coletiva
  • 1965/1971

O Instituto de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria
(UFSM) foi criado em 1965, pertencendo ao Centro de Ciências Curais (CCR) e tendo como fundador e primeiro
diretor o Professor Erb Valeda. Nos seus primeiros anos de funcionamento oferecia disciplinas
aos Cursos de Agronomia e Veterinária, a fim de desenvolver atividades de pesquisa.
O Instituto de Zootecnia sofreu mudanças com as reestruturações da UFSM nos anos 70,
tornando-se o curso de Graduação em Zootecnia em 1971.

Legião Brasileira de Assistência (LBA)

  • Entidade coletiva

A Legião Brasileira de Assistência (LBA) foi um órgão assistencial público brasileiro, fundado em 28 de agosto de 1942, pela então primeira-dama Darcy Vargas, com o objetivo de ajudar as famílias dos soldados enviados à Segunda Guerra Mundial, contando com o apoio da Federação das Associações Comerciais e da Confederação Nacional da Indústria.

Em 5 de setembro do mesmo ano, os seus estatutos foram registrados no 6º Oficio de Registro Especial de Títulos e Documentos do Rio de Janeiro, como uma sociedade civil. Pela Portaria nº 6.013, de 1º de outubro de 1942, do Ministro da Justiça e Negócios Interiores foi autorizado a sua organização definitiva e o seu funcionamento. Sua instalação se deu em 2 de outubro daquele mesmo ano.

No ano de 1944, foi construída a sede da organização, no Rio de Janeiro, um prédio de nove pavimentos, dividido em dois blocos, batizado com o nome de sua fundadora, Edifício Darcy Vargas. Com o final da guerra, se tornou um órgão de assistência as famílias necessitadas em geral. A LBA era presidida pelas primeiras-damas.

Através do Decreto-lei nº 593, de 27 de maio de 1969, transforma a sociedade civil em fundação, como o nome de Fundação Legião Brasileira de Assistência, mantendo a mesma sigla LBA, vinculado ao Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Através da Lei nº 6.439, de 1º de setembro de 1977, fica vinculado ao Ministério da Previdência e Assistência Social. Pelo art. 252 do Decreto nº 99.244, de 10 de maio de 1990, passa a ser vinculado ao Ministério da Ação Social.

Em 1991, sob a gestão de Rosane Collor, foram feitas diversas denúncias de esquemas de desvios de verbas da LBA, como uma compra fraudulenta de 1,6 milhão de quilos de leite em pó. A LBA foi extinta através do art. 19, inciso I, da Medida Provisória nº 813, de 1º de janeiro de 1995, publicada no primeiro dia em que assumiu o governo o Presidente Fernando Henrique Cardoso. Na época da sua extinção estava vinculado ao Ministério do Bem-Estar do Menor.

Livraria da UFSM

  • Entidade coletiva
  • 1993-12-10/

A Livraria UFSM surgiu da necessidade de a Editora disponibilizar um ponto de venda de suas publicações. Assim, em 10 de dezembro de 1993, iniciou suas atividades em um espaço localizado no térreo da Biblioteca Central, onde permaneceu até o ano de 2002, quando se mudou para o Conjunto Comercial, localizado na entrada do Campus da UFSM, onde funciona até hoje, juntamente com a Grife UFSM. Desde o início de suas atividades, a Livraria sempre buscou oferecer aos leitores publicações de editoras universitárias e comerciais, incluindo livros técnicos e de interesse geral. Eventualmente, participa de feiras e eventos dentro e fora da UFSM, e realiza promoções na loja física. Por meio do Programa Interuniversitário para Distribuição de Livros (PIDL), a Livraria firma parceria com diversas editoras universitárias filiadas à Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU). O projeto Grife UFSM foi aprovado pelo Conselho Universitário em dezembro de 1996, visando à divulgação da Identidade Visual da Universidade.

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